A i10|Brasil, empresa especializada em live marketing e eventos, está se lançando como pioneira em oferecer esse serviço para as empresas.

Agência de Live Marketing lança serviço pioneiro de gestão

21/08/2017

Um novo tipo de serviço começa a ser gerado a partir do projeto da Prefeitura de São Paulo de concessão de espaços públicos a empresas privadas, como parques e centros esportivos: auxiliar as empresas interessadas em “adotar” esses espaços (ou seja, assumindo o custeio da infraestrutura e da preservação ambiental desses locais, como manutenção, segurança e manejo das áreas verdes).

A agência, que já vem mantendo contatos avançados, tanto com a prefeitura, quanto com grandes empresas (dos setores alimentício, bancário, farmacêutico, de embalagens, entre outros) - se propõe a fazer a gestão de todo o processo (administrativo, jurídico e de marketing) junto às secretarias do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) e de Esportes e Lazer (SEME), prestando consultoria, assessoria em todos os aspectos legais e jurídicos, além de aconselhamento.

O escopo inclui desde a escolha dos parques ou centros esportivos, elaboração da “Proposta de Cooperação”, condução e acompanhamento dos documentos junto à PMSP, até à efetiva assinatura do “Termo de Cooperação” e de sua execução.

Na fase de execução, haverá supervisão e fiscalização dos serviços prestados. De acordo com Sergio Tadeu Rodrigues, diretor da i10| Brasil, a agência utilizará controles de qualidade com base em pesquisas junto aos usuários e irá gerar relatórios periódicos sobre melhorias das condições para as áreas “adotadas”.

Será também responsável pela interlocução constante com os conselhos gestores e coordenadores destes espaços públicos, procurando atender prioritariamente as necessidades dos usuários. Um verdadeiro “sistema de governança” com a participação do poder público, dos usuários e da empresa privada.

“O objetivo final desta iniciativa é tornar estes espaços mais atraentes, seguros e confortáveis para uso dos cidadãos. A i10|Brasil se responsabilizará por toda a criação e realização das atividades de interação e participação nestes espaços, gerenciando eventos e proporcionando as melhores ferramentas para que a imagem da empresa esteja protegida e enaltecida pela adoção realizada, e em harmonia com todos”, afirma Sergio Tadeu Rodrigues.

Ainda de acordo com o diretor, a ideia é criar uma agenda anual com atividades esportivas, culturais, socioambientais e de bem-estar, para que seja estimulada a visitação máxima ao local, transformando assim definitivamente a realidade daquele parque ou centro esportivo, apresentando-o como uma nova referência em lazer, cultura, convívio familiar e social na cidade de São Paulo.

“Existe uma grande oportunidade para as empresas privadas investirem no que se denomina ‘empreendedorismo de impacto social’, podendo associar suas marcas a projetos que de fato podem melhorar a vida das pessoas com segurança”, finaliza.

A cidade de São Paulo tem atualmente 107 Parques Municipais e mais 46 Centros Esportivos em diversas regiões da cidade com potencial para serem “adotados”. O custeio de cada Parque ou Centro Esportivo depende do tamanho. O Parque Ibirapuera, por exemplo, custa R$ 28 milhões por ano. Já o Parque Alfredo Volpi, adotado recentemente pela Rede D’OR, custa R$ 1,3 milhões ano. A variação média está em torno de R$ 1,5 milhões/ano e o total gasto com centros e parques pela prefeitura é de aproximadamente R$ 260 milhões anuais.


Fonte:: Redação