
Você lembra quando testou uma inteligência artificial generativa pela primeira vez? Por aqui, foi no fim de 2022, como boa parte do mundo. Parece que faz anos, mas essa revolução ainda está só no começo. De lá pra cá, a IA deixou de ser promessa futurista para se tornar ferramenta de trabalho.
Hoje, ninguém mais discute se ela vai impactar eventos e experiências. A pergunta é: como exatamente ela muda o que fazemos? E, mais importante, como aproveitar esse movimento a nosso favor?
IA em eventos: assistente, não mágica
Ainda há quem veja a inteligência artificial em eventos como algo quase místico: basta escrever um prompt e esperar uma resposta brilhante. Mas a realidade é outra. Prompts genéricos geram respostas genéricas (isso, quando não vem alucinações).
Sim, a IA pode ser uma assistente potente, desde que você saiba o que está fazendo. E tenha método. Porque sem um direcionamento claro e intencional, a inteligência artificial repete padrões. E pior: pode até atrapalhar mais do que ajudar.
O problema não está na tecnologia, mas no uso raso dela, sem senso crítico ou cheio de vieses (a antropomorfização é só um desses). Quando bem aplicada, a inteligência artificial não substitui pensamento criativo, estratégico ou curatorial. Pelo contrário: ela abre espaço para que o humano se concentre nisso. Ferramentas existem para nos dar mais tempo de ser humano.
Inteligência artificial em eventos: os bastidores onde ela mais surpreende
Boa parte das aplicações de IA aparece no contato direto com o público: ativações em tempo real, personalização de jornadas, chatbots de atendimento. Mas é nos bastidores que a tecnologia tem mostrado mais força.
Antes mesmo de um evento existir, a inteligência artificial pode ajudar a analisar cenários, estruturar conceitos, organizar cronogramas, mapear benchmarks e encontrar referências visuais. Durante o planejamento, ela acelera pesquisas, propõe caminhos criativos e apoia a definição de mensagens-chave.
Ela ajuda a pensar mais rápido. E isso muda bastante coisa quando o tempo é um dos recursos mais escassos na rotina de quem trabalha com eventos ou cria experiências.
O próximo passo para a inteligência artificial em eventos
Entre estudos, testes e conversas com profissionais do mercado, fica claro que a IA não é um fim em si mesma. Ela é um meio de repensar a forma como desenhamos eventos e experiências de marca. No fim, não se trata de substituir o trabalho humano, mas de criar condições para que ele seja ainda mais criativo, estratégico e conectado com o público.
Foi a partir disso que começamos uma revisão interna no oclb: e se revisássemos o método oclb para planejamento de eventos e design de experiências usando tudo que aprendemos sobre a IA até o momento?
O resultado foi o oclb academy: EXP.IA, uma formação online e ao vivo pensada para quem quer colocar a inteligência artificial em prática de forma crítica e estratégica.
E para quem chegou até aqui, fica um presente: usando o código PROMOVIEW5, você garante um desconto exclusivo na inscrição (que só vai até 05/09, aproveite!). Saiba mais sobre a formação e inscreva-se aqui.