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<!--:pt-->Comitiva vai à África para manter Curitiba na Copa 14<!--:-->

Por: 0 5 de Julho de 2010

Minimizar o impasse sobre a adequação da Arena da Baixada ao caderno de encargos da Fifa e valorizar o engajamento de Estado e município para receber a Copa do Mundo 14 em Curitiba. Com esse discurso, a comitiva de lideranças paranaenses segue hoje (05/07), para a África do Sul.

[caption id="attachment_63892" align="aligncenter" width="560" caption="Estádio da Baixada, em Curitiba, que pode vir a ser palco da Copa do Mundo 14."][/caption]

Durante uma semana, o governador do Paraná em exercício, Orlando Pessuti, o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (também em exercício), e seus representantes para assuntos da Copa vão participar de uma série de eventos organizados pela entidade máxima do futebol mundial. No roteiro original, vale a presença em eventos como o lançamento oficial da Copa 14 no Brasil, na quinta-feira (08/07), e na final do Mundial, no dia 11/07, em Johannesburgo.

Apesar da programação da comitiva paranaense não prever entrega de documentos, trata-se de uma oportunidade para convencer os presidentes da CBF, Ricardo Teixeira, e da Fifa, Joseph Blatter, que a atual ausência da viabilidade econômica da Baixada não será um empecilho para que Curitiba permaneça como subsede do evento. “Nossa intenção é representar Curitiba. Mas devemos conversar, sim, sobre nosso projeto”, disse o gestor municipal da Copa 2014, Luiz de Carvalho. A mesma linha de discurso adota o secretário de Estado para assuntos da Copa, Algaci Túlio. “O que tinha para apresentar, já fizemos. Vamos prestigiar a oficialização do torneio no Brasil. Apesar do impasse em relação ao Atlético, creio que pesa muito essa orientação e auxílio do governo e da prefeitura para que tudo corra bem”, afirmou, dando ênfase às obras de acesso do aeroporto, em São José dos Pinhais, até o centro de Curitiba, já inauguradas. A diretoria do Atlético, por intermédio do diretor de marketing, Paulo Cesar Verardi, preferiu não se manifestar sobre as negociações envolvendo o clube e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), apesar de admitir que elas existem. Já o presidente do conselho deliberativo do Atlético, Gláucio Geara, reafirmou que o clube não irá bancar mais que 33% das obras.

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