Experiência de Marca

Segue agitado relacionamento da Puma com o São Paulo

Após o entrevero com a atual fornecedora, a Penalty (que convocou coletiva para anunciar o encerramento da carreira de Rogério Ceni), o clube agora pode ter problemas com mais duas empresas do segmento.

Segue agitado o relacionamento do São Paulo F.C. com as empresas de material esportivo. Após o entrevero com a atual fornecedora, a Penalty (que ao divulgar o lançamento de uniforme do goleiro Rogério Ceni convocou coletiva para anunciar o encerramento da carreira do atleta, que acabou por renovar contrato por mais seis meses), o clube agora pode ter problemas com mais duas empresas do segmento.

Notícias veiculadas na mídia esportiva cravaram o acerto do clube com um novo patrocinador e fornecedor de material esportivo. A escolhida seria a marca americana Under Armour, que chegou ao mercado brasileiro neste ano. As cifras girariam em torno de R$ 35 milhões por ano, de acordo com o GloboEsporte.com entre pagamentos em dinheiro e peças.

Puma-deve-ser-a-nova-fornecedora-do-São-PauloNa noite de 18 de dezembro porém, a Puma divulgou comunicado oficial informando ter assinado um acordo com o São Paulo, que passaria a vigorar assim que fosse encerrado o atual contrato do clube com a Penalty. A empresa afirmou que concederá maiores detalhes sobre o acerto em “fórum apropriado”.

Mais tarde, o diretor de marketing do São Paulo se manifestou e assumiu, em entrevista ao Lance!, ter assinado uma carta de intenção para um acordo, mas não um contrato. “Essa carta tinha uma validade e terminou antes de se efetivar em um outro tipo de documento. E o São Paulo registrou isso em correspondência à Puma.”, afirmou ao jornal Ruy Barbosa, diretor de Marketing do time do Morumbi.

O “passa moleque” que o São Paulo deu na Puma, inclusive com assinatura de pré-contrato, para colocar em seu lugar a Under Armour pode sair bem caro para os caixas do clube.

Informações de mercado garantem que o acordo, além de prever a entrada da fornecedora de materiais esportivos um dia após a saída da Penalty, o que gerou, inclusive, confecção antecipada de produtos, tinha numa das cláusulas multa contratual correspondente a US$ 50 milhões.

Além disso, R$ 10 milhões foram adiantados, por fora, como sinal, mas utilizados, efetivamente, como pagamento de comissão.