Papai Noel com Síndrome de Down mostra que criança não tem preconceito

24/11/2019


Campanha destaca o Instituto Jô Clemente, novo nome da antiga Apae de São Paulo, e incentiva que o público #abraceadiferença.

Figura mais simbólica do Natal, o Papai Noel encanta crianças do mundo todo, sem grandes distinções. Para elas, não há muitas diferenças entre eles: um velho bonzinho, de barba branca e comprida e roupas vermelhas, que sempre traz presentes nesta época do ano.

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É assim também que enxergam os pequenos que participaram do novo filme do Instituto Jô Clemente, como é chamada agora a antiga Apae de São Paulo.

No filme que encabeça a campanha, criada pela Z515, crianças são apresentadas a um Papai Noel e descrevem o personagem de forma espontânea.

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As respostas indicam uma figura das mais tradicionais, sem nenhuma conexão com uma característica especial mostrada quando a câmera se aproxima: ele tem Síndrome de Down.

A estratégia é mostrar como o preconceito não é algo natural, incentivando que o público #abraceadiferença.

“As crianças têm o coração puro e não enxergam com preconceito algumas diferenças, que passamos a considerar apenas depois de crescidos. E uma data como o Natal, em que estamos mais sensíveis e com pensamentos mais positivos, é ideal para que possamos gerar uma reflexão sobre o assunto, ficando livres para abraçar as diferenças.”, destaca Alessandra Pereira, diretora executiva de criação da Z515.

Reforçando a ação, que conta entre seus parceiros com produção da Academia de Filmes e trilha da Banda Sonora, diversos influenciadores estão abraçando a causa para amplificar a mensagem, especialmente nomes com ligação direta com a questão ou mesmo pessoas com deficiência.

Além da mensagem natalina, essa é a primeira ação de comunicação publicitária para reforçar a mudança de nome do agora Instituto Jô Clemente, após o anúncio feito pela Organização à imprensa.

Com o novo posicionamento, a Organização -- uma das principais do País, há quase 60 anos atuando na causa da deficiência intelectual -- pretende ter mais autonomia para expandir sua atuação nacionalmente, compartilhando com outras instituições, empresas, governos e a sociedade civil seu conhecimento, estudos científicos, tecnologias, inovações e práticas pioneiras voltadas à inclusão social e protagonismo das pessoas com deficiência intelectual.

Fonte: Redação.

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