Unilever e ONU Mulheres debatem racismo institucional

08/11/2018


Encontro sediado na Unilever Brasil fez parte da agenda do “Programa Ganha-Ganha: Igualdade de gênero significa bons negócios”.

Dando continuidade ao compromisso da Unilever de desenvolver políticas e práticas que promovam um ambiente corporativo cada vez mais inclusivo, a Unilever Brasil realizou, em parceria com a ONU Mulheres, a oficina “Racismo Institucional”

O encontro aconteceu no dia 06 de novembro e reuniu parceiros como IBM, Dow, Sodexo, BRK Ambiental, Demarest Advogados, Pacto Global ONU, Odonto Prev, Schneider Eletric, PwC entre outros.

Os desafios da população negra no Brasil e o papel do setor privado no enfretamento ao racismo institucional foram as principais questões discutidas na oficina ministrada pela coordenadora do Nzinga (coletivo de mulheres negras de Belo Horizonte) e membro titular do Grupo Assessor da Sociedade Civil da ONU Mulheres, Benilda Brito.

Reconhecer a existência da dimensão da desigualdade racial e seus impactos é a ferramenta chave para enfrentá-la. “Para seu rompimento é preciso a construção de diagnósticos, planos de ação e indicadores que criem um ambiente favorável à formulação e implementação de políticas públicas que promovam a diversidade em sua totalidade.”, explica Benilda.

A iniciativa soma-se a outras ações da Unilever que visam promover a pluralidade do Brasil no seu quadro de funcionários e ampliar seus compromissos com a diversidade. “Encontros como este enriquecem cada vez mais o trabalho da Unilever para a promoção de um ambiente mais inclusivo, diverso e livre de vieses inconscientes.”, conta Luciana Paganato, vice-presidente de Recursos Humanos da Unilever Brasil.

Outros assuntos abordados ao longo do encontro foram:

·         Discriminação racial.
·         Preconceito x ignorância x racismo.
·         Reconhecimento do racismo profissional.
·         Recrutamento e seleção.
·         Ações para desenvolvimento.
·         Caminhos para mudança.

 

 

Fonte: Redação.