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Tendências para quem cria experiências - 1ª parte

Por: Paulo Octavio Pereira de Almeida - P.O. 22 de Fevereiro de 2021

Se você já é um criador de experiências para comunidades específicas por intermédio das técnicas utilizadas em eventos deve ter achado o título do meu artigo instigante, não é?

Mas se você é ainda um organizador de eventos baseado em follow up, tenho algo a dizer para você. Venho dizendo nos meus artigos que evento NÃO é follow up bem feito de múltiplas atividades. Eventos SÃO encontros de comunidades. 

Aqui vão 6 tendências neste sentido. Serão dois artigos. Este é a 1ª parte.

Se estamos falando de reunir comunidades, nestes tempos pandêmicos, as atividades 100% virtuais têm sido muito procuradas e executadas. 

A convenção 2021 da Nestlé é um ótimo exemplo neste sentido. Impossibilitados de reunir alguns milhares de pessoas fisicamente, realizaram virtualmente com sucesso. 

Minha análise a partir deste fato é a seguinte: Ambientes ilimitados, se não existe a possibilidade de encontro físico neste momento, utilizar a criatividade em vídeo e pós-produção para “transportar” os participantes da comunidade para um ambiente diferente das expectativas (sala de um hotel com uma apresentação de powerpoint, por exemplo) uma oportunidade espetacular. 

Pense se você for fazer um ambiente virtual para interagir com a sua comunidade, porque ele precisa “parecer” o seu estande de vendas? 

Por que não criar um ambiente completamente diferente das expectativas? Se você consegue fazer eles “voarem”, por que fazer com que “andem”?

Se você “assistiu” ao show do Travis Scott no Fortnite sabe o que eu estou falando.

Show de Travis Scott.

Ambientes ilimitados é a 1ª tendência....

Outra tendência é perceber que já que estamos tendo que trabalhar com ambientes virtuais, temos que nos apropriar de uma linguagem televisiva ao nosso favor. Hollywood é aqui.

A quantidade de softwares e efeitos visuais que podemos utilizar é enorme. Se custos virtuais têm a tendência de serem menores que os físicos, por que não extrapolar nos efeitos? 

Pensa que você é um diretor(a) de Hollywood e os melhores profissionais de efeitos especiais estão à sua disposição. Use os efeitos de Hollywood que seu budget permite. 

Hollywood é aqui é a 2ª tendência

A segunda tendência é mais sobre a execução. Manda resumo. Tenho acompanhado lives e outras transmissões que poderiam ter a metade, talvez 1/3 do tempo. 

Lembrar que se você não está imerso em uma experiência sensorial/física, a chance de dispersão da audiência é enorme. Quase que um efeito controle remoto. Não agradou? Muita enrolação? Tchau. Fui.

Pense que obter a atenção da sua comunidade já vai ser difícil. Perdê-la por enrolação ou falta de roteiro bem estruturado seria um crime, não é mesmo? 

Portanto, a 3ª tendência manda resumo

Também acho que é mais uma dica do que uma tendência mesmo, mas se ambientes virtuais é o que temos, vamos encará-los né? Para que em ambientes e ações virtuais não sejamos prolixos, focar na obtenção da atenção (o tal do engajamento) deveria ser a nossa principal e única missão como gestor de atividades para aquela comunidade.

No meu próximo artigo vou continuar nesta minha análise em relação a possíveis tendências nestes tempos pandêmicos, no qual a necessidade de se comunicar e interagir com as diversas comunidades que existem por aí aumentou exponencialmente. 

Para deixar claro, somos gregários, #eventospresenciaisforever, mas enquanto isso, mãos à obra. Afinal o live marketing não é para os fracos!

Tags: artigo | live-marketing | eventos | melhores-da-semana | Paulo-Octavio-Almeida