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Shopping centers x Eventos

Por: Paulo Octavio Pereira de Almeida. 2 de Julho de 2021

Eventos são encontros de comunidades. Serão híbridos/virtuais com certeza. Este “hibridismo” vai oferecer possibilidades de expansão das audiências e não será um substituto aos eventos presenciais. Será um complemento tecnológico muito útil.

Recentemente, escrevi neste espaço, que todos os organizadores de eventos precisavam RE-SIGNIFICAR as suas funções. Hoje, vou fazer uma comparação para ajudar neste caminho.  

Assim como eu acredito que os organizadores de eventos têm que “ampliar” a sua visão e deixar de serem chamados simplesmente de “organizadores” para obterem o posicionamento de “catalisadores”, eu vou fazer também uma comparação com o que conhecemos hoje como “shopping centers”. 

Como o próprio nome já diz, estes centros de compras se estabeleceram aqui no Brasil (com muito sucesso) como uma fonte de escolhas para a maioria das nossas compras. Desde itens do dia a dia até as ocasiões especiais. 

Tudo isso em um ambiente seguro e com ótima infraestrutura (banheiros, ar-condicionado, estacionamento, etc.), e com fatores de atração (cinemas, praças de alimentação. etc.). 

Fazem sucesso assim. Mas farão sucesso assim no futuro?  Se as nossas compras cada vez mais se tornam convenientes, e na pandemia este processo on-line foi ainda mais potencializado, por que precisaríamos frequentar shopping centers no futuro? Mesma pergunta que muitos se fazem em relação aos eventos. 

Por que preciso frequentar um evento se o conteúdo do mesmo está disponível na tela do meu computador/celular? 

Creio que as respostas têm uma certa similaridade. Experiências imersivas!

Um ex shopping center deverá se diferenciar pelas experiências que oferecerá aos seus usuários da mesma forma que um evento. A diferença está na duração da entrega. 

Um ex shopping center funciona 365 dias por ano e um evento acontece quando aquela respectiva comunidade precisa/quer se reunir. Um é permanente, outro é efêmero! Mas ambos precisam repensar os seus propósitos, pois a digitalização dos negócios está pegando os “desavisados” nestes dois setores da economia de um jeito nunca visto antes       

Os organizadores de eventos precisam evoluir para atuarem como CATALISADORES DE COMUNIDADES E PROPÓSITOS. E shopping centers para CENTROS DE EXPERIÊNCIAS IMERSIVAS

Talvez até estes dois novos posicionamentos tenham sinergias em um futuro próximo, não é mesmo? E para deixar bem claro:#somosgregários, #eventospresenciaisforever, #colaboraçãoéanossapraia, #futurohíbridovirtual.

Afinal, o live marketing não é para os fracos!

 

Foto: Reprodução.

Tags: melhores-da-semana | artigo | paulo-octavio-pereira-de-almeida | eventos | live-marketing