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'Re inventar' o ao vivo

Por: Paulo Octavio Pereira de Almeida. 21 de Junho de 2021

Eventos são encontros de comunidades. Serão híbridos/virtuais com certeza.                                   

Este “hibridismo” vai oferecer possibilidades de expansão das audiências e não será um substituto aos eventos presenciais. Será um complemento tecnológico muito útil.

Recentemente escrevi neste espaço que todos os organizadores de eventos precisavam 'RE-Signifcar' as suas funções. Hoje, vou dar uma referência para ajudar neste caminho.

Nosso setor nunca teve muita atenção por parte da comunidade acadêmica ou livros específicos. Não me pergunte porque, mas é assim. Voamos às “cegas” em relação a algumas das estratégias que sempre utilizamos. 

Não sabemos muito (tecnicamente falando) porque as coisas Ao vivo funcionam. Como Ao vivo eu incluo todas as atividades presenciais relacionadas a eventos. B2B, B2C tanto faz! É no presencial que várias marcas mostram a sua força ao saber utilizar os 5 sentidos humanos em todo o seu potencial. 

Voo “às cegas” não é legal nem seguro né? Mas agora em 2021, e, portanto, escrito durante a pandemia, saiu um livro nos USA altamente recomendado para qualquer pessoa minimamente interessada no setor de eventos Ao vivo

O nome do livro é “Reinventing Live” (Reinvenção do Ao vivo em tradução livre) e foi escrito e elaborado por dois profissionais com muita experiência no setor e que eu respeito muito. 

Denzil Rankine é fundador da Consultoria AMR Internacional 100% focada no setor de eventos e com atuação e conhecimento global, e o outro é o Marco Giberti, da Vesuvio Ventures, empresa de investimentos 100% focada no desenvolvimento de tecnologia para o setor de eventos. Precisa falar mais dos autores?

Quando eles param para falar (ou escrever) eu paro para escutar (ou ler). É o caso deste livro. Um livro sobre um setor carente de teorias e referências e escrito sob o impacto de uma pandemia global que paralisou todas as atividades do setor. Relevante e atual. Ponto. Leia sem sombra de dúvida. Não tem versão em português aqui ainda, portanto só esta disponível em inglês. So sorry!

No livro, a mensagem vem sem atenuantes. É “porrada” na cara! Pandemia terá um impacto brutal e transformador no setor. (ah tá!) É um setor acomodado e com baixo índice de inovação (ouch, essa doeu!). É um setor pronto para sofrer disrupção. (ai,ai,ai...). 

Eles pedem que os organizadores de eventos Ao vivo se reinventem urgentemente. E que acelerem as mudanças sob pretexto de ficarmos antiquados em relação a outros setores da área de marketing (essa foi na canela! Ai,ai.ai...). Explicam que novas habilidades precisam ser desenvolvidas pelos profissionais envolvidos, mas também dizem que isso significa muitas oportunidades de crescimento pessoal. 

Aquela velha história do copo meio vazio ou meio cheio. Façam as suas apostas.

Ressignificarmos a atividade de organização de eventos ao vivo se faz uma ação não só urgente, mas também sem opções. Não dá para negar que os eventos Híbridos/Virtuais serão o futuro. 

Se antes utilizávamos quase que na totalidade somente o formato presencial, hoje temos que entender que existem várias opções. Presencial/Híbrido/Virtual e a combinação deles! 

A tecnologia tem que ser a nossa aliada. Não é o “inimigo”. Os organizadores de eventos precisam evoluir para atuarem como Catalisadores de comunidades e propósitos. Independente de formato. Essa é a mensagem deste livro. Portanto, como já disse aqui, Leia. É fundamental. 

E para deixar bem claro:#somosgregários, #eventospresenciaisforever, #colaboraçãoéanossapraia, #futurohíbridovirtual

Afinal o live marketing não é para os fracos!

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