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Whirlpool investe em sustentabilidade desde 1970

Por: 0 18 de Maio de 2012

Do mercado de eletrodomésticos na América Latina, a Whirlpool, que atua no Brasil com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, sempre procurou o equilíbrio entre os aspectos econômico, ambiental e social na gestão de seus negócios. Muito antes de o tema sustentabilidade entrar em foco, a empresa já se preocupava em se reinventar para construir uma companhia verdadeiramente responsável e sustentável: foi precursora, por exemplo, na oferta de refrigeradores equipados com compressores livres de CFC, disponíveis no mercado brasileiro desde 1997. O significativo investimento em pesquisa possibilitou que a companhia conseguisse eliminar completamente o CFC em 2000, uma realização que marca a história do segmento. Quando as discussões em torno da preservação ambiental ainda ganhavam força, em 1972, com a Conferência de Estocolmo, a Consul já implantava um sistema para tratamento de efluentes no Brasil – a primeira de muitas ações em prol do meio ambiente em que a Whirlpool iria investir. “Percebemos que a empresa precisava redefinir suas obrigações com a sociedade e, a partir daí, passou a fazer parte de nossa cultura oferecer aos consumidores produtos cada vez mais diferenciados e ao mesmo tempo sustentáveis”, explica Armando Ennes Valle Jr, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade. A empresa participa do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) desde a sua criação, em 1986. A busca pela eficiência energética se manteve como um dos objetivos da Whirlpool – a cada nova geração de produtos, dentro de um ciclo de dez anos, a economia de energia chega a ser de até 50% em relação à anterior. O consumo de água também sempre foi uma das grandes preocupações da companhia, que tem como meta a redução da utilização do recurso no processo produtivo e também no consumo dos produtos. As novas tecnologias possibilitaram uma diminuição significativa de uso de água em aparelhos como lava-louças – graças ao desenvolvimento tecnológico constante, o uso de água destes equipamentos caiu quase 60% se comparado aos fabricados há oito anos. Em testes feitos pela Brastemp e validados pela Sabesp, comprovou-se que a lavagem com as lava-louças Brastemp usa até 80% menos água – de 15 a 21 litros, dependendo do modelo – do que a lavagem a mão, em que se gastam cerca de 120 litros por lavagem.

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