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<!--:pt-->Surf brasileiro está nas mãos da Maior Esporte<!--:-->

Por: 0 6 de Dezembro de 2009

Durante dez anos o Campeonato Brasileiro de Surfe foi realizado pela Editora Abril em parceria com a marca SuperSurf. A partir de agora, ele passa para as mãos da Maior Esporte, divisão da Maior Entretenimento, do Grupo ABC e terá a produção feita pela Max Esporte. A partir de 2010, o evento esportivo adota novo nome: Brasil Surfe Pro.

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O campeonato dará um total de R$ 1 milhão em prêmios aos atletas. E, além disso, também será escolhida a melhor manobra radical no Expression Session. O número de concorrentes nas provas masculinas aumentará dos atuais 48 para 64. Nas femininas, o total de participantes baixou de 18 para 16. "Precisávamos mudar o formato do circuito, já que a nova geração do surfe masculino estava acabando. Decidimos aumentar o número de atletas e dar oportunidade de qualquer surfista do Brasil vir a ser o campeão. Já no feminino, o movimento é ao contrário. Como temos poucas atletas, diminuímos o número para a competição ficar mais acirrada", frisa Marcelo Andrade, diretor executivo da Associação Brasileira de Surfe Profissional (Abrasp). Em cada uma das cinco etapas será montado o Surf Village, com espaços para marcas esportivas e de moda surfwear. Haverá ainda pocket shows acústicos, apresentações de novas bandas e DJs e ambiente de luau. O calendário preliminar tem os seguintes locais e datas: Praia da Joaquina, em Santa Catarina, de 7 a 11/04; Praia do Cupê, em Pernambuco, de 14 a 18/07; Praia da Barra ou Arpoador, no Rio de Janeiro, de 22 a 26/09; Praia de Itamambuca, em Ubatuba, em São Paulo, de 4 a 7/11; e a última etapa em praia ainda a ser definida, provavelmente em Santa Catarina ou São Paulo, de 17 a 19/12. "Sugerimos a mudança de nome para dar mais visibilidade à competição. Queremos inovar na cobertura de imprensa, no formato da competição, em ações de interação com o público e na plataforma de sustentabilidade dos eventos. O lifestyle do surfe sempre nos deu importantes lições com relação à preservação da natureza", comenta Alan Adler, presidente da Maior Esporte. Além da neutralização das emissões de CO2 e da gestão ambiental da montagem e desmontagem das estruturas, uma parceria com a ONG Surfrider Foundation possibilitará a realização de ações educativas e de engajamento do público, como palestras e exposições de campanhas ambientais premiadas. "Somos lembrados no mundo todo com a imagem de um país litorâneo. A oportunidade de unir técnicas esportivas a esta natureza deve ser aproveitada e incentivada. O surfe já consolidou sua história no Brasil e conta hoje com muitos esportistas de alto nível", ressalta Raul Castro, diretor de conteúdo do SporTV. A estimativa dos organizadores é a de que o Brasil conta hoje com mais de oito milhões de adeptos e quatro milhões de praticantes de surfe. Tais números colocariam o esporte em segundo lugar no ranking dos mais praticados pelos homens no País, atrás apenas do futebol. A média de idade dos praticantes é de 30 anos, entre os homens, e de 20, entre as mulheres.

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