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Salão do esporte movimentou cerca de R$ 32 milhões

Por: 0. 27 de Agosto de 2011

Negócios foram gerados nas cinco feiras temáticas e congresso esportivo que compuseram o encontro. Gerando seis mil empregos, o evento contou com 100 marcas, 38 atividades esportivas para o público e presença de mais de 100 atletas consagrados. Considerado o maior salão do esporte do País, o Brazil Sports Show encerrou suas atividades no dia 14/08, resultados bastante positivos. Segundo números da organização, cerca de 67 mil pessoas passaram pelo Pavilhão da Bienal, Ibirapuera, São Paulo, durante os quatro dias de evento.

Os valores movimentados pelo salão foram além das expectativas: R$ 32 milhões em negócios realizados. O BSS gerou também cerca de seis mil empregos diretos e indiretos, e contou com a cobertura de 450 profissionais de imprensa. Os números da edição de estreia são excelentes, mas talvez o maior mérito do salão do esporte tenha sido apresentar um novo conceito de evento, no qual o público era convidado a praticar esportes e participar de aulas, workshops e palestras in loco.

O encontro também teve um perfil multiplataforma, oferecendo eventos paralelos de importância para diversos esportes representados no salão. Foi o caso do 1º Campeonato Brasileiro de Futebol Freestyle, que consagrou o jovem Pedro Henrique de Oliveira Duarte, de 18 anos de idade, como campeão. Ou ainda da chegada do ultramaratonista Carlos Dias, que encerrou no evento um percurso de 18.250 quilômetros com resultados financeiros revertidos para o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc).

Ao todo, mais de 100 atletas de reconhecimento internacional - entre eles campeões mundiais - circularam pelos corredores da Bienal, oferecendo de autógrafos a aulas práticas para os fãs. Mais de 200 profissionais do esporte estiveram em atividade no salão, atuando nas mais de 38 atividades disponíveis para o visitante.

O Brazil Sports Show contou com investimento de 100 marcas ligadas ao segmento - caso das líderes Adidas, Asics, Newbalance, Nike, Puma, Petrobras, Speedo, entre outras. O salão exibiu 90 estandes. Entre aulas, workshops e seminários, foram oferecidas mais de 36 horas de instrução para mais de dois mil inscritos. Quem imagina que o público era predominantemente masculino se engana: a organização confirmou a previsão de 45% de presença de mulheres no encontro, o que amplia bastante a gama de produtos que podem - e foram - oferecidos no evento.

"Os resultados foram extremamente positivos, não apenas pelos números, mas também pelo retorno de mídia que tivemos durante o evento. Recebemos diversas manifestações de apoio e agradecimento por parte de expositores e marcas, que criaram uma série de relacionamentos por intermédio do Brazil Sports Show. Tenho certeza que o salão do esporte se consolidou como um dos grandes eventos da cidade de São Paulo", afirmou o diretor de planejamento do BSS, Eduardo Rodrigues.

O público que visitou as cinco feiras que compuseram o encontro, mais o congresso Brazil Sports Summit, praticou esportes nas quadras de futebol, basquete, vôlei e tênis; acompanhou debates com profissionais do esporte; se divertiu com jogos de videogame e pebolim humano, e pôde aprender um pouco mais sobre as técnicas do MMA, um dos esportes que mais crescem no planeta, com workshops ministrados por três dos maiores lutadores brasileiros: Lyoto Machida, José Aldo e Júnior Cigano.

"Os workshops de MMA chamaram muito a atenção do público, principalmente pela presença de três dos maiores lutadores do mundo. A feira "Universo Futebol" também levou bastante gente, já que alguns jogadores prestigiaram o BSS. Acho que essa interação do público com o ídolo foi o diferencial do salão. A prestação de serviços também foi importante. O programa "Bota pra Correr" teve um resultado muito bom e atingiu nossas expectativas de levar às pessoas o conhecimento necessário para se iniciar uma prática esportiva", finalizou Rodrigues.

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