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Questões para o V Congresso da Indústria da Comunicação

Por: 0. 18 de Maio de 2012

Recentemente, fui convidado a fazer parte de quatro Comissões, juntamente com renomados profissionais de comunicação carioca. O convite, capitaneado pelo Marcio Herlich, um dos mais importantes jornalistas especializados em Comunicação do Rio e do País, tinha como objetivo reunir os nomes mais influentes, capacitados e conhecedores das necessidades do mercado carioca para tabular documentos que servissem de base para as discussões do V Congresso da Indústria da Comunicação, a realizar-se em São Paulo de 28 a 30/05, oriundas da visão dos profissionais da cidade dos grandes eventos. Participei das Comissões que discutiram por e-mail, em grupos no Facebook e em reuniões presenciais os seguintes assuntos: o Futuro da profissão; Grandes eventos – desafios e oportunidades; Criatividade e sucesso e comunicação, Crescimento e desenvolvimento. A primeira coisa que me chamou atenção foi a presença, embora ainda minoritária, de profissionais de Marketing Promocional em quase todas elas. Na de Grandes Eventos, o Michael Andrade e o Marcio Formiga, que também estava na do Futuro da Profissão. Mesmo apenas eu estando nas quatro, é a primeira vez que vejo Promocitários, e dos bons, presentes em encontros onde se discute comunicação, onde, outrora, só publicitários tinham vez. Melhor, em grupos onde nomes brilhantes como os do Marcio Herlich, Marcos Silveira, Adilson Xavier, Ronaldo Conde, Gustavo Bastos, Antonio Carlos Acccioly, Polika Teixeira, Marion Green, Jomar Pereira da Silva, Carlos Campana, Ricardo Ladvocat, Paulo Castro, Alvaro Rodrigues, Al Hamdan e tantos outros que a gente conhece de entrevistas e livros escritos sobre o assunto, ou mesmo pelo trabalho especial que desenvolvem, ver o Formiga, eu e o Michael ali dava uma certeza: a de que o Marketing Promocional vem ganhando o seu merecido espaço e o respeito de gente que sabe muito, mais muito mesmo, sobre Comunicação. Dentro da minha tese de que hoje o que todos nós fazemos é Comunicação Integrada mesmo e que não se pode desconsiderar nenhuma ferramenta e/ou especialidades que o cliente, nosso chefe, precisa para levar a termo sua comunicação de marca, produto ou serviço, sejam elas quais forem, foi um orgulho dividir e interagir com tanta gente boa e produzir, ao final das conversas e encontros, temáticas e pautas para sugerir discussões. Da ajuda e maior foco na formação dos profissionais de comunicação, e não de publicidade e propaganda, mais necessários e antenados às necessidades de mercado, propostas para perenizar a Cidade do Rio como pólo de grandes eventos, com profissionais qualificados a produzi-los e um povo ciente da importância da presença do turista na cidade, da consolidação das Agências de Comunicação carioca ou das que terão sedes, parceiros ou filiais aqui, de forma a que se criem condições de trabalho para os profissionais daqui, sem necessidade de se trazer, a todo tempo, de fora, o que temos aqui de sobra à importância inequívoca da ideia, da criatividade, que não pode ser tabulada em preço, mas em valor com clientes que entendam de vez essa importância, essas foram algumas conclusões a que chegaram as Comissões. E você? Embora algumas colocações aqui possam parecer regionais demais, a maioria, por certo, atende ao mercado como um todo, como nas questões da formação e da importância da criação. O que pensa que podemos discutir e levantar? Que questões o afligem no atual quadro da Comunicação Brasileira. Não quer se manifestar? Então comente, porque quem não se comunica... E a nossa hora de falar o que pensamos está até passando.

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