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Ode ao que seguiu...

Por: Tony Coelho 27 de Outubro de 2020

Vivemos momentos de despedidas. De modos de agir, crenças, pessoas e percepções que sempre nos davam ideia de certo ou errado.

Ninguém está, ou estava, certo ou errado.

Descobrimos de forma bem clara o que significa ¨efemeridade da vida¨.

Pois bem, quem ainda está cheio de achismos  não se deu conta da mensagem do mundo ou de Deus, o que pra mim dá no mesmo:

NÃO SOMOS NADA! Ou melhor, SOMOS O QUE SOMOS, ou seja, nosso domínio real sobre as coisas está em nosso limites físicos mentais e espirituais.

Não se trata de um texto religioso, pessimista, alarmista, teísta etc.

É, como diz o texto, uma ode. E a colocação do QUE ao invés do QUEM no título busca não humanizar 100% as colocações.

Lá se foi o tempo da crença de que empresa é um lugar físico.

Que o trabalho tem que ser feito na empresa.

Que uma casa ou escritório enorme mostram poder e competência.

Que o cliente vai nos visitar.

Que a sala de reunião da agência precisa ser grande, ter isso ou aquilo.

Que ter carro é o que há.

Que telefone é pra se ligar e conversar com a pessoa do outro lado.

Que gente é um saco e não interessa.

Que  o grupo tem que ser seleto e não diversificado.

Que lazer e sorrisos atrapalham o trabalho.

Que pagar em mais de 30 dias é o certo e interessante.

Que dar volta no pagamento de alguém não dá em nada.

Que isso ou aquilo não dá cadeia...

Tá certo que os últimos itens talvez sejam os mais difíceis de se assimilar, mas o tempo é o tempo.

Essa semana, a partir de hoje, até domingo, estarei ligado no Luminarium, um Congresso de Ciência, Consciência e Espiritualidade e isso pode ter influenciado meu texto.

Afinal ouvir Gregg Barden, terapeutas holísticos, gente da Física Quântica, pessoal de Constelação e o André Trigueiro muda a gente.

De toda forma, tive a perda pessoal de amigos e conhecidos. Ou pela distância que nos impossibilita, por hora, o abraço, o brinde e o papo, ou pelo adeus, por força do destino de todos nós, causado por doenças ou pelo vírus.

A eles, minha ode.

A nós, consciência para mudar. Não apenas os hábitos, a forma de tratar as pessoas e a vida, mas a nós mesmos, porque a cobrança já veio.

Egoístas, todo-poderosos, narcisistas, ¨reis de cocadas pretas¨ no mundo, governos e instituições... uma informação:

Vocês também seguem!

Seguirão.

Talvez sozinhos.

Tags: artigo | Tony Coelho