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<!--:pt-->Marina Pechlivanis dá palestra na CIMI<!--:-->

Por: 0 4 de Novembro de 2009

De amanhã (04/11) até o dia 06/11 ,das 08h às 18hs,  representantes de diversas áreas relacionadas ao universo infantil (autoridades governamentais, publicitários, profissionais de marketing, jornalistas e educadores, entre outros) estarão reunidos  no Auditório da FAU/USP ( Faculdade de Arquitetura de São Paulo) na Cidade Universitária, em São Paulo (Rua Lago nº 876), para discutir o marketing direcionado a crianças e adolescentes frente à nova realidade no Brasil e no mundo. [caption id="attachment_20676" align="aligncenter" width="214" caption="Marina Pechlivanis."]Marina Pechlivanis.[/caption] O tema global da programação desta quarta-feira é a "Regulamentação e impacto dos produtos e comunicação focados no target infanto-juvenil", dividido em três temas: - Restrições legais vigentes para a comunicação e divulgação de produtos desenvolvidos para o público infanto-juvenil no Brasil; - Experiências e restrições para o marketing infantil em outros países; - Impacto e/ou benefício esperado com a regulamentação para o público infanto-juvenil. Sócia-diretora da Umbigo do Mundo, publicitária com mais de 20 anos de experiência no mercado, mestra em Comunicação e Práticas de Consumo pela Escola Superior de Propaganda e Marketing e participante do GEA (Grupo de Estudos Acadêmicos) da Ampro (Associação de Marketing Promocional), Marina Pechlivanis participará do último debate do dia. Com ampla experiência na  comunicação com crianças e adolescentes (sua agência é a responsável pela conta do Giraffas para o público infantil há sete anos), Marina dará exemplos da mobilização social e da educação, aproveitando os canais promocionais para promover, por exemplo, as boas práticas alimentares, a prática de esportes, a educação sustentável, a consciência ambiental... seja em eventos, em shows, em ações de gifting, em promoções no PDV...   Marina se mostra otimista com a realização da CIMI. "Que a Conferência, aberta à discussão como se propõe, seja o início de um processo de discussão e alinhamento social preocupado e colaborativo, trazendo um novo panorama para uma série de posturas que estão se implementando na política, na academia e no mercado. Antes de proibir a comunicação e a promoção, é melhor analisar a produção - assim a cadeia como um todo pode ser repensada, considerando o poder midiático que cada etapa, do desenvolvimento ao consumo, passando pela circulação, tem".

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