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Internauta explodiu carro para Renault

Por: 0 7 de Maio de 2011

Quem nunca pensou um dia em explodir o próprio carro pelo fato deste não atender às expectativas? Pois é, a Renault realizou o sonho de um internauta em uma ação promocional realizada nas redes sociais para ativar o novo Renault Fluence. Para divulgar o Fluence e reforçar o seu slogan “Você não sabe do que esse carro é capaz”, a agência ID\TBWA criou uma campanha na web e explodiu um veículo ao vivo, pelas mãos de um internauta, com transmissão em livestream. Apesar de muitos dizerem que se tratava de um carro da concorrente, isso não foi verdade. O "explodido" em questão, não é sequer fabricado no Brasil.

Por meio da hashtag #queseexploda, um criativo detonador foi escolhido respondendo à pergunta: "Por que você explodiria o seu carro?" De acordo com agência, o termo foi twitado por mais de 30 mil vezes entre 25 e 28/04. No último dia, a frase “Para até que enfim ver o meu carro se tornar um foguete da Nasa”, de Maurício Alves, foi escolhida. “Seguimos o critério de criatividade e o twiteiro com maior número de seguidores”, explica Marcelo De Lalibera, analista de marketing da Renault. Chegado o dia, a chuva não deu trégua. O carro foi preparado, sem logomarca e sem marca exposta. A equipe da agência afirma que a ideia não era atingir diretamente um concorrente específico e sim, atingir a simbologia, por isso que o modelo escolhido está fora de comercialização e é o mesmo do comercial de TV veiculado fora do Brasil. Já para alguns apreciadores de automóvel, foi possível identificar que era um modelo Daewoo. No local, o número de pessoas era restrito à organização do evento. Mas, on-line, 13 mil pessoas acompanharam o momento ao vivo. Passada a euforia da explosão, um único comentário tomou conta da tenda Renault: “batemos a Ivete”, já que os views foram superiores aos do show da cantora, que havia atingido o recorde brasileiro em transmissão ao vivo com oito mil acessos.

Para quem acompanhou do outro lado da telinha as imagens podem ter ficado distantes, sem o efeito da explosão e, claro, sem o sentimento de envolvimento da equipe – pontos que tomaram conta do evento antes e depois do “boom”.

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