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Fast-food com garçonetes sexies quer abrir PDVs no Brasil

Por: 0 23 de Abril de 2011 06:30

De olho na aquecida economia brasileira, a rede de lanchonetes norte-americana Hooters planeja investir R$ 30 milhões para abrir 15 unidades no Brasil até a Copa de 14.  Atualmente, a rede conta com apenas uma loja no País, que fica na cidade de São Paulo. Ao todo, são mais de 450 lanchonetes espalhadas pelo mundo. A Hooters é famosa por suas belas garçonetes que vestem roupas sensuais - shorts e regatadas decotadas. Não é à toa que no Brasil, durante a semana, 65% do público é formado por homens. A rede pretende iniciar sua expansão pelo município e Estado de São Paulo para, depois, chegar a outras cidades-sedes do mundial.

Modelo de expansão Para crescer, a Hooters alterou seu modelo de expansão e aposta na figura do sócio-proprietário. Segundo o presidente da Hooters no Brasil, Marcel Gholmieh, a ideia é que cada unidade tenha esse tipo de investidor. O sócio-proprietário entra com aproximadamente R$ 500 mil, o que lhe garante 10% da loja, sendo que o restante fica com a holding no Brasil. Além de proprietária, essa pessoa também atuará como gerente-geral da lanchonete. "Esse vai ser o fator de desequilíbrio. Nosso problema não é dinheiro (para investir). Nós queremos alguém que trabalhe para a gente, que mantenha nossa imagem", diz Gholmieh. De acordo com o empresário, o sócio-proprietário terá um retorno fixo mensal de R$ 5 mil (cerca de 1% do investimento inicial), além de 10% sobre o lucro líquido, mais bonificação extra por resultados. A busca por pontos Além de buscar pessoas que queiram ser sócias, a empresa também tem encontrado dificuldades para encontrar pontos para instalar novas unidades. "Está tudo muito caro", reclama Gholmieh. Para as unidades de fora da cidade de São Paulo, o empresário estuda abrir lanchonetes em shoppings centers. "Lá é mais barato." Boom no Brasil No Brasil desde 2002, a Hooters não vinha obtendo bons resultados. A única unidade, porém, viu seu faturamento mensal médio crescer 400% (faturamento de R$ 700 mil) com a mudança de local. Antes, em Santo Amaro (região sul de São Paulo), o restaurante mudou para a Vila Olímpia (Zona Oeste) em novembro de 2010. "Estamos no meio de um oceano de executivos", comemora Gholmieh, que há um ano assumiu o comando da marca no Brasil. Segundo Gholmieh, a unidade de São Paulo passou a ser a terceira que mais fatura no mundo, atrás da de Tóquio e Cidade de Cingapura. De acordo com o empresário, o crescimento se deve a "uma mudança de gestão, que a deixou mais profissional". Um escritório foi montado para gerir a expansão da empresa. Fonte UOL.

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