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Esquadrão da Alegria leva diversão aos hospitais

Por: 0 22 de Outubro de 2014

O projeto começou com um empresário de Santa Maria, e, em pouco tempo, se espalhou em todo o Rio Grande do Sul. Hoje, o Esquadrão da Alegria conta com 70 voluntários que visitam hospitais de Porto Alegre, Canoas, São Borja e Santa Maria para alegrar um pouco o dia de crianças que enfrentam uma luta diária pela saúde. Luciano Mai criou o grupo porque percebeu que, com alegria e bom humor, poderia amenizar o sofrimento para pacientes e acompanhantes. Depois que o empresário lançou a ideia, outras pessoas dispostas a transformar o ambiente hospitalar em um picadeiro improvisado começaram a aparecer. "Fazia muito tempo que eu queria fazer um trabalho voluntário, mas a gente acaba dando muitas desculpas por causa da falta de tempo. Só que chegou um momento que não dava mais para dar essa justificativa. Foi quando eu vi o trabalho do Luciano e me encantei.", conta Gracielle Dornelles, uma das voluntárias do Esquadrão da Alegria. Eles entram nos quartos e ninguém escapa das brincadeiras. Maria Luisa já passou por dez cirurgias e parece esquecer tudo quando recebe a visita. "Isso deixa ela mais alegre, mais animadinha, e nós, os pais, também.", afirma Silvana Ubiali, mãe da menina. Mas não são apenas os pacientes e familiares que se beneficiam do trabalho do Esquadrão da Alegria. Os próprios voluntários garantem que a experiência com o projeto e o contato com as crianças mudou suas vidas. "Hoje eu sou uma pessoa completamenrte diferente. Eu enxergo não só a criança doente, mas também tudo em volta dela, porque o trabalho afeta muita gente, é muito maior do que eu imaginava.", afirma Anderson Nunes, também conhecido como Dr. Canelinha.

Foto: Reprodução/RBSTV.
[caption id="attachment_427252" align="aligncenter" width="562"]Os voluntários do Esquadrão da Alegria transformam os quartos dos hospitais em um verdadeiro picadeiro. Os voluntários do Esquadrão da Alegria transformam os quartos dos hospitais em um verdadeiro picadeiro.[/caption] "Claro que no primeiro momento a gente pensa no paciente, no acompanhante, em todo mundo que está no hospital. Mas, no final das contas, eu acho que quem ganha mais somos cada um de nós porque no momento em que fazemos esse bem a gente vê realmente que não precisamos de mais ninguém e que nós mesmos podemos fazer a diferença no dia a dia.", finaliza Luciano, criador do Esquadrão da Alegria.

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