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Encontro debate desafios da hotelaria de lazer no Estado

Por: 0 8 de Dezembro de 2014

O consultor e professor de pós-graduação do Senac e PUC/MG, assim como diretor da Gestour Hotéis, Marcelo Oliveira comandou o debate sobre os desafios da hotelaria de lazer em Minas Gerais. Alice Rocha, diretora do Águas de Santa Bárbara Resort; Gustavo Arrais, diretor do hotel Cabeça de Boi; Tatiane Alves, gerente da Pousada Solar do Rosário e Patrick Cardoso, gerente do Sesc Estalagem Ouro Preto, também participaram do encontro. Este debate fez parte da grade de programação do décimo Encontro Mineiro da Hotelaria realizado na última semana de novembro, no Centro de Artes e Convenções da Ufop — Universidade Federal de Ouro Preto.

Foto: Revista Hotéis.
[caption id="attachment_437559" align="aligncenter" width="562"]Marcelo Oliveira comandou o debate com experientes profissionais da hotelaria. Marcelo Oliveira comandou o debate com experientes profissionais da hotelaria.[/caption]   O evento foi promovido pela FBHA — Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação e teve a Revista Hotéis como mídia oficial. As soluções para garantir uma taxa de ocupação perene durante o ano inteiro nos hotéis de lazer foi o primeiro tema apresentado por Marcelo. Alice Rocha destacou que por seu resort se situar na região Norte de Minas Gerais, num destino pouco conhecido, a solução encontrada foi buscar eventos e a união de vários meios de hospedagens defendendo uma causa única. Vender o mesmo destino. Tatiane Alves, gerente da Pousada Solar, em Ouro Preto, disse que pela proximidade de Belo Horizonte e Nova Lima, foi criado pacotes voltados ao turismo romântico e utilizada tarifas flutuantes por intermédio do revenue management. “Temos um público muito diferenciado, principalmente de estrangeiros que são atraídos pelas OTA’s e isto garante taxa de ocupação perene durante toda a semana.”, assegurou Tatiana. Para Patrick Cardoso, gerente de hospedagem do Sesc Estalagem Ouro Preto, a ociosidade durante a semana é preocupante em Ouro Preto e uma das soluções é o turismo educacional onde eles buscam hospedar crianças. Um dos desafios apontados por ele é manter uma estrutura de lazer que prenda as crianças em atividades que satisfaça as necessidades. “Temos uma preocupação em oferecer atividades diferenciadas com o padrão de qualidade do Sesc que tem o DNA de lazer e isto tem contribuído para melhorar a taxa de ocupação durante o ano inteiro.”, mencionou Cardoso.  

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