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Eles querem ouvir e repetem: Isso é legal, é mkt promocional

Por: 0 27 de Agosto de 2011

Venho de uma sequência de palestras na 7a Sampro que começou na Unijorge, em Salvador (BA), e vai terminar na próxima quinta (25/08), na Estácio da Barra, no Rio de Janeiro. Mas, dessa vez, alguma coisa diferente aconteceu. Desde a primeira vez que participamos da Sampro, na sua quinta edição, em 2009, eu não havia visto tanta motivação, tanto desejo dos alunos em buscar informações sobre o mundo promo para se tornar um "promocitário". Como postamos via Twitter e Facebook nossas palestras, real time, podemos, apenas pelos expressivos números de acesso a eles, mostrar o que falamos. Aumento da visualização de nossa página do Facebook em 108%, numa única semana, e ganho de cerca de 100 seguidores no Twitter, no mesmo período. Isso sem contar e-mails, conversas informais depois das palestras, perguntas ao final delas, telefones e acessos aos sites da Conceito e da Ampro, alguns durante as palestras. Em Salvador, ficou claro pra mim que a Unifacs tem um trabalho voltado para o marketing promocional bem legal. No Rio de Janeiro, fiquei feliz com a acolhida do pessoal da Moacir Bastos, de Campo Grande (MS), show de bola; com o pessoal da Gama Filho de Piedade que, embora com pouca gente na plateia, nos acolheu com carinho e, em especial, com o pessoal da Facha do Meier, onde contamos com a presença do professor Helio Alonso, fundador da Instituição, a nos assistir, e com uma das melhores participações de alunos, tanto na audiência, quanto na participação dos trabalhos e cantando o nosso Hip Hop. Apenas na Facha, de Botafogo, não tivemos a acolhida que esperávamos, já que estivemos na Instituição por mais de quatro vezes anteriormente, sempre sendo muito bem recebidos. Dessa vez, pena, isso não aconteceu. Entretanto, fizemos boa palestra, contando com os poucos alunos que ficaram na plateia, depois de duas palestras anteriores, com a minha iniciando quase ao meio dia, quando as palestras começaram às 9h30m. Eram poucos, mas interessados.

Mas o ponto alto era sempre o mesmo: nosso Hip Hop. Ele virou hino da galera, que cantou com a gente o refrão da canção, sempre com muita força e animação, entendendo que ser "promocitário" é “o que há”.

Aí, rapaziada, eu senti que vocês querem cantá-lo em suas vidas profissionais. Então contem (e cantem) com a gente: “Isso é legal. É marketing promocional!”

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