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Coca-Cola REF PET chega como opção sustentável

Por: 0 15 de Outubro de 2011

A Coca-Cola Norsa traz uma novidade econômica e sustentável para os consumidores de Salvador e Feira de Santana (BA). Chega às gôndolas uma inovação no setor de embalagens para refrigerantes, a garrafa REF PET (tradução livre do inglês: PET Retornável). Mais resistente que as garrafas convencionais e de fácil manuseio, a Repet 2L é uma embalagem mais econômica para os consumidores. No ponto de venda, a embalagem retornável vazia pode ser trocada por outra cheia, representando uma boa economia para os consumidores, um ganho para o bolso e para a natureza.

Com o lançamento, a franqueada da Coca-Cola Brasil no Estado da Bahia pretende aliar a praticidade da PET convencional com a retornabilidade já conhecida das garrafas de vidro. Com um ciclo de utilização de até 20 vezes, a garrafa REF PET faz parte da política da Coca-Cola Norsa de promover o desenvolvimento sustentável, a preservação dos recursos naturais e o consumo consciente. Para atender à produção, a Coca-Cola Norsa inaugurou em Salvador uma nova linha de produção com equipamentos de alta tecnologia que garantem o ciclo de reutilização das embalagens REF PET. “Ao chegar à fábrica, as garrafas que foram devolvidas passam por um rigoroso sistema de higienização e seleção, para que seja reconhecido o nível de qualidade e continuem no processo fabril”, explica Fabrício Cavalcante, diretor de Supply Chain da Coca-Cola Norsa. O lançamento da REF PET é mais uma das iniciativas da Coca-Cola Norsa que tem pensado constantemente em reduzir a emissão de resíduos sólidos e de CO2 no meio ambiente, investindo na introdução de embalagens sustentáveis no mercado. Um exemplo destas iniciativas foi a adoção da PlantBottle, a primeira garrafa plástica tipo PET do mundo com origem vegetal, onde o petróleo é substituído parcialmente pelo etanol de cana-de-açúcar como insumo.

Por ser 30% à base de planta, o vasilhame reduz a dependência em relação aos recursos não-renováveis, podendo diminuir em até 25% as emissões de CO2.

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