Canal
Geral

CEO do Twitter fala sobre a vida em 140 caracteres

Por: 0 17 de Junho de 2011

A ferramenta Cannes Centrale promete ser uma das sensações das redes sociais de Cannes este ano, em meio ao mar de blogs, sites, tumblrs e contas de twitters de followers do festival no mundo inteiro. Quem ainda não deu uma espiada no trabalho que tem por trás o divertidíssimo Tim Sidell, ou @badbanana, go ahead. Nas nossas idas e vindas de hoje, enquanto ainda aguardávamos ansiosos o voo de amanhã à noite, rumo a Cannes, encontramos uma entrevista muito legal que o Tim fez com Dick Costolo, CEO do Twitter. [caption id="attachment_122027" align="aligncenter" width="560" caption="Dick Costolo, CEO do Twitter (Foto: Imagem: Fast Company"][/caption] Ele começou perguntando se o Twitter nos torna mais ou menos criativos. Dick respondeu usando a frase do teórico Marshall McLuhan: o que muda com uma nova tecnologia não é apenas a fotografia no porta-retrato, mas o porta-retrato também. O Twitter nos permite converter com eficiência e rapidez conhecimento em informação de interesse geral ou pessoal. Ou mesmo piadas. Um exemplo interessante vem de comediantes que reclamavam que 140 caracteres eram muito pouco para se expressar. Entretanto, ao se adaptarem, viram que menos palavras deixava suas piadas ainda melhores. Ou seja: mais uma vez comprovamos que menos é mais. Uma outra questão levantada em defesa da vida em 140 caracteres é a ideia de que a restrição de espaço aguça ainda mais a criatividade. Ou seja: o espaço é aquele para que se crie livremente nele. Restringe, mas também dá foco. A última questão, nesta linha, foi sobre a revolução que esta rede está fazendo na comunicação. Dick afirma que da mesma maneira que conseguimos "shrink" as longas URLs, assim também o Twitter está reduzindo distâncias e nos colocando ainda mais em contato. Ali o cliente está imediatamente a nossa frente, conversando e fazendo parte da história. É muito muito mais do que o impacto imediato trazido nas anteriores revoluções digitais. O cliente não está mais "lá fora" mas aqui dentro. Aqui e agora.

Tags: