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Campus Party foi palco do encontro de gerações

Por: 0 30 de Janeiro de 2011

Marcos Paulo de Souza Silva* Entre novidades tecnológicas, ideias geniais e muita diversão, a Campus Party 2011 apresentou uma peculiaridade que cresce cada vez mais na área de TI. Um pequeno detalhe e que poderia até passar despercebido, com certeza, chamou a atenção dos mais observadores: o grande encontro de gerações promovido pelo evento.

Além dos corredores da feira reunirem a diversidade cultural brasileira, ela revelou também que, pelo menos quando o assunto é tecnologia, não importa se a pessoa faz parte da geração X ou Y. Durante uma semana, em São Paulo, todos falaram uma única língua: tecnologia. Ao caminhar pela feira, foi possível notar a extensão da quebra de barreiras proporcionada pela constante evolução técnológica, apreciando a troca de experiências, ideias e pontos de vista de pessoas de todas as idades sobre as mais novas ferramentas do mercado. Entre os personagens marcantes desta história tivemos o batismo digital do pequeno Augusto “Feijão”, o campuseiro mais novo do evento, com um mês e 20 dias. No outro extremo, havia a Dona Ivonilde Araújo, 65 anos de idade, que viajou de Macapá até São Paulo para acompanhar sua filha que participaria do evento e se encantou com as experiências compartilhadas durante a semana. Esse encontro de gerações e culturas é o principal diferencial competitivo do evento que realizou sua quarta edição e que não para de crescer. Se engana quem imagina que só os chamados “geeks” circulam pelo evento. Hoje mesmo, no almoço, eu que sou mineiro, sentei à mesa com um carioca, um paulista e um baiano radicado no México. Tínhamos acabado de nos conhecer, ali mesmo na fila e, conversamos, com a espontaneidade de velhos conhecidos, de assuntos comuns do cotidiano.  É essa troca de experiências que garante o sucesso do evento. [caption id="attachment_91979" align="alignleft" width="165" caption="*Marcos Paulo de Souza Silva - professor do Colégio Cotemig de Minas Gerais."][/caption] Em algumas palestras que participei, percebi que estamos vivendo um novo momento em nossa sociedade, cujo o ser humano conquistou os olhares, antes vidrados nas telas e, passou a ser a chave de todo processo inovador. Tecnologia por si só não basta, temos de formar profissionais capazes de usarem essa tecnologia para melhorar a vida das pessoas.

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