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Brasil deve ter novo modelo de promoção turística

Por: 0 1 de Dezembro de 2014

O ministro do Turismo, Vinicius Lages, durante a Convenção Braztoa 2014, disse que novo modelo de promoção para o País encontra-se próximo com a mudança do papel da Embratur. De acordo com ele, o Ministério do Planejamento poderá, em breve, autorizar a transformação do Instituto em uma agência. Na opinião dele, o atual modelo cumpriu o seu papel, mas está esgotado. "Na próxima semana vamos ter uma reunião com o Ministério do Planejamento sobre o assunto. Acho estranho que a Embratur tenha 400 funcionários no Brasil e apenas 13 fora do País vendendo nossos destinos. Estudamos modelos como Brand USA e Proexport Colômbia, bem como outros em vigor na França e Inglaterra.", disse Vinicius Lages.

Foto: Divulgação.
[caption id="attachment_436032" align="aligncenter" width="562"]Marcos Ferraz e Vinicius Lages. Marcos Ferraz e Vinicius Lages.[/caption] O ministro contou que os estudos apontam para um modelo de empresa pública não estatal, como acontece hoje nos hospitais universitários, por exemplo, que são geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. “Estamos examinando as opções e conversando com Apex, Sebrae e Ministério das Relações Exteriores, entre outros. Temos muita disposição para seguir em frente com este projeto. Temos que aproveitar este momento em que todo o setor quer esta mudança.”, afirmou. Ainda de acordo com Lages, o MTur conversa com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) em relação à política de vistos no Brasil. Segundo ele, o atual modelo é uma barreira para o turista internacional ingressar no País. "Estamos estudando medidas para dispensa de vistos em casos de viagens de negócios, lazer, ou na condição de artista ou desportista, para os estrangeiros que desejam viajar pelo Brasil.", apontou. Além disso, o titular da pasta do turismo destacou que outras reivindicações do setor são prioridades em 2015. São elas: ampliação da malha aérea nacional, participação da iniciativa privada na promoção doméstica e internacional do turismo brasileiro e a alteração da legislação trabalhista para contratação de mão de obra de curta duração, medidas que fazem parte dos principais anseios deste segmento altamente representativo na economia do Brasil e do mundo.

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