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Álvaro Hall ressalta importância das feiras de negócios

Por: 0 13 de Junho de 2011

De olho nas relações comerciais entre Brasil e Venezuela, a Ubrafe - União Brasileira dos Promotores de Feiras - lançou oficialmente a edição 2011 do Calendário "Principais Feiras de Negócios do Brasil" em Caracas, capital da Venezuela, no último dia 26/05. O evento aconteceu paralelamente à apresentação do Panorama das Principais Feiras de Negócios do Brasil em 2011, conduzida por Álfredo Fróes, assessor da presidência da Ubrafe, reunindo executivos, adidos comerciais, cônsules e representantes de câmeras de comércio e agências de turismo corporativo.

"Seria interessante identificar alguns setores de mais carência da Venezuela, e trabalhar com este grupo empresarial, como por exemplo, o setor de empresas estatais que hoje atuam nas áreas de telecomunicações, alimentação e em quase todas as áreas de mineração e insumos para a construção civil. Outro setor que poderia ser trabalhado é o de franquias, com foco nos pequenos empresários venezuelanos", destacou Álvaro Augusto Hall, superintendente de área internacional da Caixa Econômica Federal em Caracas, um dos convidados da apresentação. O escritório da CEF na capital venezuelana tem caráter de representação, atuando primordialmente no relacionamento com entidades do governo venezuelano, empresas brasileiras e a comunidade brasileira que reside no país. "As grandes feiras brasileiras são de grande importância para o comércio bilateral. A feira é um grande agente de promoção comercial e colocará os empresários brasileiros em contato com os venezuelanos", completou. O Brasil é o terceiro maior fornecedor da Venezuela, com 9,8% de participação nas importações do país. No ano passado, o intercâmbio comercial entre as duas nações movimentou US$ 4,6 bilhões, segundo o BrasilGlobalNet, do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Ministério das Relações Exteriores. Ainda de acordo com as pesquisas do BrasilGlobalNet, a balança comercial é dominada por combustíveis, animais vivos, carnes e miudezas comestíveis, óleos e ceras minerais e açúcares e produtos de confeitaria. Vale lembrar que a classificação dos segmentos é feita a partir da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), método internacional de classificação de mercadorias, baseado em uma estrutura de códigos e respectivas descrições. Fonte: Portal Eventos.

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