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Acho Jobs o máximo!

Por: 0 15 de Outubro de 2011 03:22

Abri meu MacBook Pro e pluguei nele meu iPad pra sincronizar e, enquanto isso acontecia, li no Twitter e no Face que Steve tinha partido. Mas como? Peguei meu iPhone e liguei para um amigo superantenado pra perguntar se era verdade ou era mais um daqueles virais apocalípticos que mata ícones pra ver o que acontece. Mas era verdade. Era? Ou seria estratégia do Steve pra lançar o iPhone 5, uma versão mais fina do MacBook Air, quem sabe um Imac mais poderoso, um... Era verdade mesmo! A obsolência mais bem planejada do mundo tirava do mercado o cérebro mais fantástico que a tecnologia digital e o marketing conheceram. Depois de anos comendo a maçã do pecado mobile, ele deixou o paraíso da Apple para voar mais alto, quem sabe pra virtualizar a morte, lançando o MacAngel. O cara bem podia não dizer nada, porque, pra quem é trabalho no nome, o silêncio seria um achado. Mas não. Ele falava palavras com a força da projeção de sua grandeza, frases que eram lições. Ciente de que nada sabia na verdade, afirmou que trocaria toda sua tecnologia por uma tarde com Sócrates. Sabedor de que o talento é resultado da amplitude da percepção, confessou, sem medo, que músicos, poetas, artistas, zoólogos e historiadores é que foram os grandes responsáveis pelo sucesso do Macintosh, para afirmar finalmente que o simples pode ser mais difícil que o complexo. É isso Steve, com foco e simplicidade, eu estou desligando meu iPod, meu iPhone, meu iPad e meu Mac pra te homenagear, com o silêncio deles, por exatamente um minuto, não mais que isso, cara, porque você não me deixou outra alternativa. Você estará sempre no meu trabalho e na necessidade louca da tecnologia touch que me supre de interação, informação, lazer, conteúdo e magia. Mas o pior mesmo foi você me obrigar a dizer pra todo mundo uma frase que eu jurei que nunca mais diria: Acho Jobs o máximo!

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