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A hora, a vez e o cliente do Live Marketing: Hoje... e sempre

Por: Tony Coelho 1 de Agosto de 2017

Depois do Estadão e Folha levarem o Live Marketing para suas mais importantes páginas, do Promoview, há mais de 4 anos  vir, através de reportagens , noticias e seus articulistas, explicando a Disciplina de Comunicação, suas modalidades e ferramentas e de seu crescimento no budget dos clientes, de nós lançarmos o primeiro livro sobre o assunto e a AMPRO e seus brilhantes Diretores e da Presidência divulgarem o Live Marketing no Brasil e no mundo, não é que jornais e sites especializados  de Comunicação trazerem a novidade à:

O LIve Marketing ganhou as verbas dos clientes - ou anunciantes, como queiram.

Vale lembrar que isso não aconteceu do dia para noite. É um trabalho consciente e planejado da AMPRO, seus Comitês, Diretorias Regionais e Capítulo Nordeste, ah meu Nordeste,  onde o Presidente do Capítulo, Marcio Viana, brada, no Jornal “A Tarde”, de Salvador, com a propriedade de quem sabe tudo do Live Marketing: “Tudo o que fazemos gera experiência”.

Essa experiência, que não acontece na mídia estática e invasiva, a relação direta  com o consumidor, e mais especialmente o shopper no PDV, elevar e estar presente mais nos pontos de contato do  que na mídia, da sua relação sem medo e prioritária com o Digital e os novos caminhos do merchandising, sem dúvida foram os grandes responsáveis pelo crescimento  do Live Marketing em detrimento da Publicidade.

Registro aqui que o Live, a Publicidade, o Brand, RP, Digital estão no mesmo barco, fazem parte, ou deviam fazer, da Comunicação Social como um todo. Erram, portanto, as Universidades ao não darem o mesmo peso, incluindo as disciplinas citadas acima (todas), de alguma forma, na grade para a  formação de profissionais que, hoje, chegam “cegos” ao mercado que pede o conhecimento dessas disciplinas além da Publicidade.

Nós, do GEA – Grupo de Estudos Acadêmicos – da AMPRO, estamos com um trabalho nas Universidades pelo Brasil com Palestras, Estudos e outras atividades com grande sucesso para o Live e para os alunos que estiveram conosco.

Particularmente, tenho acompanhado os Comerciais nas TVs e, a meu ver, tudo está muito repetitivo e ruim.

Por exemplo: comerciais de telefonia viraram, todos eles, iguais. Paródias dos mesmos artistas e canções de sempre (Anita, Nego do Borel, Simone e Simaria, Ivete/ Bastou alguém usar um artista e uma paródia da canção de sucesso instantâneo e, pronto, todos os “criativos” repetem a fórmula, um saco.).

Saudades do Gustavo Bastos, Marcos Silveira, Fabio Fernandes, Olivetto, Petit, e tantos outros sensacionais profissionais  que, no fundo, são os grandes ousados que criaram o Live, ao ocupar novos e inusitados espaços Eu aprendi vendo e estudando esses caras, cujos nomes não me saem da cabeça.

Nosso erro ainda é não resguardar os nossos grandes e geniais nomes. Pensando nisso, pretendo gravar papos – OS GRANDES NOMES DO LIVE MARKETING - como João De Simoni, Elza Tsumori, Kito Mansano, Aline Brault, Djanira Dias, Aguinaldo Viriato, Celio Ashcar, Dil Mota, João Riva, Marcio Formiga, Débora Tenca, José Victor Oliva (falta patrocínio. Kkkk) e tantos outros nomes que precisam estar no coração e nas mentes dessa gente Live que surge hoje, meio que de nariz empinado, sem pensar que, antes deles, outros abriram as portas, inclusive com chutes. Kkkkkkkk

Chegaram os tempos do Live. Tempos de sempre. Quem não conhece? Você?
 

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