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Extreme.E inicia temporada em defesa da sustentabilidade no planeta

Por: Redação. 5 de Abril de 2021

O automobilismo mundial começou a escrever uma nova página neste final de semana (3 e 4 de abril) com a largada da 1a. etapa da Extreme.E nas areias do deserto do Saara em território Saudita. 

Alavancada por grandes nomes e equipes tradicionais das pistas, a nova categoria de carros elétricos correrá em regiões afetadas pelo aquecimento global ou sofrendo danos ambientais, entre elas a amazônia, na região de Santarém, no Pará, entre 23 e 24 de outubro. 

Veja também: Equipe de Nico Rosberg vence etapa de abertura da Extreme E

Outra agradável novidade é a presença de mulheres no circuito. As corridas são em duplas e todas as equipes são formadas por piloto e pilota.

Sara Price é uma das pilotas que vai guiar o carro Odyssey 21 da consagrada equipe Chip Ganassi

Três campeões da F1 estreiam como chefes de suas próprias equipes: Lewis Hamilton, Nico Rosberg estreiam como chefes de suas próprias equipes, X44 e Rosberg X Racing respectivamente. Jason Button, além de dono é um dos pilotos equipe JB XE e vai pilotar ao lado da sueca Mikaela Åhlin-Kottulinsky. Além deles um mito do rally mundial, Carlos Saenz, multicampeão do rally Dakar, vai acelerar na categoria

Carros elétricos da Extreme.E vão competir nos lugares mais inóspitos do planeta ( foto: divulgação)

Devido ao impulso da série Fórmula E, cujas audiências aumentaram para 330 milhões de pessoas em apenas quatro temporadas, este é momento certo para um tipo de evento automobilístico totalmente novo. O Extreme.E coloca SUVs de competição de alto desempenho nas mais exigentes condições de estrada imagináveis, onde pilotos apoiados por alta tecnologia correm em busca da vitória.

O carro padrão da categoria, o Odyssey 21, é impulsionado com baterias fabricadas pela Williams Advanced Engineering, tem 400 kw de potência, o equivalente a 550 cavalos. O SUV elétrico pesa 1.650 kg, mede 2,30 m de largura, 4,40 m de comprimento e velocidade máxima estimada em 200 km/h. 

A Continental fornecerá pneus específicos para assegurar uma aderência perfeita para impressionante aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,5, principalmente por causa do enorme torque gerado pelo motor elétrico.

O deslocamento entre os continentes será feito de forma sustentável, a bordo o RMS St. Helena, um antigo navio dos Correios britânico transformado em uma reformulação que custou vários milhões de euros, e tem a dupla função de base operacional e de paddock flutuante para a expedição mundial; tem uma oficina de ponta e uma plataforma central para operações, logística, comunicações e alojamento.

RMS St. Helena transporta o circo da Extreme.E entre os continentes

Confira as etapas:

O campeonato começa neste fim de semana com o Desert X-Prix da Arábia Saudita, no deserto da região de Al-Ula. A prova seguinte, em 29 e 30 de maio, será no já conhecido palco do rali mundial em Dakar, capital do Senegal, que antecede a etapa ártica da Groenlândia, no vilarejo de Kangerlussuaq, em 28 e 29 de agosto. Nos dias 23 e 24 de outubro, a categoria desembarca em Santarém, no estado brasileiro do Pará, no meio da Floresta Amazônica. A etapa de encerramento será realizada em 11 e 12 de dezembro na fria província de Tierra del Fuego, no extremo Sul da Argentina, na região da Patagônia.

A pilota Molly Taylor e o piloto Johan Kristoffersson, da Equipe Rosberg X venceram o Desert XPrix, primeira etapa da história da Extreme E disputada na cidade de Al-Ula, na Arábia Saudita. 

Tags: automobilismo | Continental | extreme-e | carro-eletrico