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Profissionais da área de beleza e bem-estar chegam a triplicar a renda com uso de aplicativo

Por: Redação 21 de Junho de 2016

A Singu, marketplace que conecta usuários aos melhores profissionais de beleza e bem-estar, desde o seu lançamento, em junho de 2015, registra um aumento médio no número de pedidos de 100% a cada mês. E os principais beneficiados com esse crescimento são os artistas parceiros - como são chamados os maquiadores, cabeleireiros, massagistas e manicures que atendem pelo aplicativo.

A situação econômica do país é, com certeza, um fator que acelerou esse aumento no número de pedidos registrados pelo aplicativo, disponível exclusivamente para IOS e Android. Com esse cenário mais delicado, o profissional brasileiro tem buscado cada vez mais novas alternativas de rendas. Além disso, os ganhos médios dos artistas cadastrados na Singu chegam a ser mais de cinco vezes maiores do que o salário mínimo no Brasil.

“Eu trabalhei em salão de beleza por quase 5 anos. No começo, quando entrei na Singu, eu ainda atendia nele [salão] e me revezava, agora é somente pelo aplicativo. Eu estudo e por isso eu fazer minha própria agenda é muito importante. Além disso, minha renda aumentou quase três vezes”, explica Aline, manicure que atende pela Singu desde Dezembro de 2015, e faz dezenas de serviços por semana, através da Singu.

O ticket médio gasto pelos usuários do aplicativo é de R$ 90,00 e a vantagem para os profissionais é que, ao contrário dos salões convencionais que ficam com 70% do serviço, a Singu fica com apenas 30% de cada serviço prestado. O serviço pode ser contratado em casa ou até mesmo em escritórios, a ideia é levar um experiência singular para onde quer que o usuário esteja.

Segundo Tallis Gomes, fundador e CEO da empresa, a ideia do aplicativo é gerar ganho em todos os lados “Somos uma empresa de tecnologia, portanto, não há capex como o de um salão de beleza. O investimento em real state é um dors principais fatores que levam os salões mais famosos a praticar preços exorbitantes. Nós conseguimos prestar o serviço com a mesma qualidade, indo na casa das pessoas e cobrando muito menos”, destaca Tallis.

Os profissionais não são funcionários da Singu, por isso, podem fazer seus dias e horários de trabalho. Como a empresa busca os melhores parceiros, os artistas passam por uma triagem rígida, na qual se exige, além de referencias de antigas experiências, o conhecimento mínimo para o nível esperado e antecedentes criminais, a fim de garantir a segurança de seus usuários. Já são centenas de pessoas atendidas semanalmente.

O brasileiro tem uma veia empreendedora e com aplicativos de serviço sob demanda e economia colaborativa, como é o caso da Singu, ele consegue colocar em prática o sonho de ser autônomo. “As histórias são distintas. Alguns profissionais, por estarem desempregados, procuraram a Singu como fonte de renda, já outros, por estarem ganhando mais atendendo pela plataforma, largaram seus empregos formais para se dedicar aos serviços demandados pelo app”, finaliza Tallis.

Tags: Atletas | Telefonia/Internet/Tecnologia