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Gifts sustentáveis, literalmente

Por: Marina Pechlivanis 27 de Outubro de 2016

Primeiro, por despertar desejos — de conhecimento, de contato, de aquisição, de posse, de coleção.

Então começa a articulação de afetos, integrando aos poucos a sua existência às rotinas daquele que o adquiriu. É a fase da convivência.

Passada esta etapa, o dá-se a entrada no universo particular — uma conquista rara e valiosíssima de apreço, criando alto valor simbólico para objetos, experiências e sensações.

Neste momento, a credibilidade do gift chega ao seu momento máximo. Passa a tocar, no sentido literal e no sentido figurado, pois um gift sabe como ninguém fazer moda, mobilizar e fazer vendas. Daí sua vasta circulação como porta-voz de questões comerciais, culturais e sociais.

Falando em social… Peguemos o exemplo da sustentabilidade, que já teve seu auge e virou uma fórmula, que já vem com kit de implementação: texto emocionado; papéis específicos para impressão; gifts ecológicos para relacionamento; até comida eco-friendly tem.

Fica a dica: campanhas vinculadas a causas? Não vá com sede ao pote.

Reveja seus processos e analise não só as causas como as consequências, para que o discurso da sua ação não vá por água abaixo por falta de sustentabilidade discursiva!

              

Marina Pechlivanis

Diretora da Umbigo do Mundo e coautora do livro Gifting

 

Tags: Profissional de Mídia | Digital Performer