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Diretora de "O Começo da Vida" participa do Seminário Internacional de Mães

Por: Assessoria 25 de Abril de 2017

A terceira edição do Seminário Internacional de Mães, que acontece no dia 6 de maio, em São Paulo, contará com a participação de palestrantes de peso, como a cineasta Estela Renner, diretora de “O Começo da Vida”.

O filme, visto por mais de 1,6 milhão de pessoas, discute a importância da primeira infância (período que vai do nascimento aos 6 anos) para a formação de cada indivíduo. “Fazer o filme me ensinou a entender a importância dos primeiros anos da vida de uma pessoa.

São pessoas inteligentes, capazes, potentes e que já nascem com a enorme capacidade de construírem seu conhecimento”, diz Estela. “São grandes inovadoras já quando nascem. Mães, pais e cuidadores sabem o quanto se transformam na presença de um bebê.

Além de Estela, o seminário, que em outras edições trouxe ao país Pamela Duckerman, autora do “Crianças Francesas Não Fazem Manha” e Melinda Blau, do “Encantadora de Bebês”, contará este ano com a psicoterapeuta americana Tina Bryson, autora de best sellers como  “Disciplina Sem Drama” (em parceria com Daniel Siegel) e “O Cérebro da Criança”, o médico Drauzio Varela, Marcos Piangers (autor do livro “Papai é Pop”) e Mara Luquet (colunista da CBN e da TV Globo).

“Todos os anos, trazemos os ícones nacionais e mundiais que sejam relevantes para nosso público, formado por mães de crianças de zero a sete anos”, diz Ana Paula Menegatti Lara, uma das organizadoras do evento.

Essa é a primeira vez que o evento ocorre em São Paulo. Nas duas edições anteriores, em Belo Horizonte (MG), os 800 ingressos à venda esgotaram rapidamente – e aí ficou clara a necessidade de tornar o encontro maior.

“Trata-se de um evento transformador, uma vez que falamos sobre quanto a maternidade nos modifica”, diz Ana Paula. Ela e a sócia, Flávia Fontes, tiveram a ideia de criar o seminário depois de assistir a um documentário sobre dilemas da maternidade, como a culpa que as mães sentem ao terem que sair mais cedo do trabalho para jantar com os filhos ou mesmo quando optam por ficar com as crianças e abrir mão da carreira.

“Percebemos que muitas das nossas preocupações também tiravam o sono da maioria das mulheres. Para conseguir atender tanta gente, um evento pequeno não bastava. Tinha que ser 'O' evento materno”, diz Flavia.

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