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Congresso ABTA analisa crescimento dos canais pagos

Por: Redação 30 de Junho de 2016

A audiência dos canais pagos dobrou nos últimos três anos. No primeiro trimestre de 2016, mais de 2 milhões de pessoas estavam conectadas por minuto, o patamar mais alto desde o início das operações do setor no país.

O estudo realizado pela Plano CDE, sob encomenda da ABTA é um dos principais assuntos da Feira e Congresso ABTA, evento que é referência nos debates sobre os rumos do mercado de TV por assinatura no Brasil. É o principal evento de TV por assinatura, mídia eletrônica e telecomunicações da América Latina e que neste ano, devido as Olimpiadas teve sua realização antecipada para os dias 29 e 30 de Junho e 01 de Julho.

feira de negócios conta com a presença de exibidores nacionais e internacionais, de vários países, entre eles: Estados Unidos, Peru, Alemanha, Bélgica, Portugal, França, Noruega, Inglaterra, Suíça, China, Taiwan e Japão.

Foto: Divulgação.
abta 2014

O evento contará com expositores internacionais, entre eles: Estados Unidos, Peru, Alemanha, Bélgica, Portugal, França, Noruega, Inglaterra, Suíça, China, Taiwan e Japão.

Já o congresso apresenta painéis estratégicos e blocos temáticos sobre mercado, regulação, novas tecnologias e tendências. Participam do encontro os principais líderes da indústria, além de profissionais do setor.

Os Seminários de TV por Assinatura (STA) tratam de capacitação profissional e têm o apoio do Sindicato Nacional das Empresas Operadoras de Televisão por Assinatura (Seta) e de Serviço de Acesso Condicionado. Os STA´s trazem cases e soluções de mercado, pensados para quem precisa estar sempre atualizado com as ferramentas e tecnologias do segmento.

O tema de destaque é ligado a crise econômica. O setor, que muito se beneficiou da ascensão da Classe C, não está entre os mais afetados da indústria brasileira – embora as vendas tenham estacionado, até com discreta queda, a audiência dos canais pagos só sobe, um reflexo da lenta mudança de hábitos da massa que adquiriu o serviço nos últimos anos.

A alta do dólar, no entanto, é fator que preocupa operadoras e principalmente programadores, que se queixam dos custos de produção no Brasil desde que o câmbio lhes era mais favorável.

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