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Gentologia


14 de Fevereiro de 2020

Nos últimos tempos tenho sentido certa repulsa ao ouvir executivos reforçar que a tecnologia substituirá tudo e nos redimirá.

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Existem coisas que evoluem, aliás tudo evolui, mas ser substituído na totalidade? Nada é. A publicidade vai sumir, os impressos vão sumir, o cinema, a rádio, a TV.... o amor...

E nada sumiu.

Tudo 'Lavoisierou'. Tudo se tranformou.

Como tal, pressuponho que a tecnologia também vá sumir como tudo. Vai se transformar em borboleta de bites.

E o digital não resolve tudo mesmo, João Riva. Eu sabia, só estava esquecido da prece de São Francisco. Desculpe, amigo.

Dilma Campos, parceira profissional e de amizade, de todas as horas, metamorfoseou sua Praia para Outra Praia. E, mais que isso, humanizou minhas perspectivas de mundo e relações com suas palestras sensacionais sobre diversidade e vida.

Quando Dilma coloca gente em evidência muda a perspectiva do olhar profissional. Sendo uma CEO das mais qualificadas, joga na cara de bossais gestores que ainda há, e sempre haverá, espaço para quem valoriza gente.

Melhor, seus resultados profissionais, tanto na agência, quanto no cliente e na vida, são enormes e irritam os pragmátricos digitais de plantão.

Daí, foi lógico que me aproximasse dela quando pensei em estruturar minha nova palestra e escrever meu próximo livro, ambos com o mesmo nome: Gentologia.

Numa paródia à tecnologia, queremos mostrar que por trás de tudo, ou na frente, sempre haverá GENTE.

Assim, numa parceria nas palestras e livro, eu e Dilma queremos levar a empresas, marcas e pessoas uma visão humanista/tecnológica, falando de valores, diversidade, compartilhamento e amor.

Temos certeza de que isso gera resultados, ROI, fidelização, experiências únicas, melhorando a compreensão do live marketing, da comunicação, da administração e gestão, porque tudo é resultado e/ou é dirigido a gente.

Os sentidos serão tocados, e, sem medo de fazer spoiler, digo que canções do Legião Urbana permeiam a palestra.

Uma delas bem podia nos definir, e, como tal, a uso para finalizar meu texto.

... É preciso amar as pessoas como se não houvessa amanhã.

Porque se você parar pra pensar, na verdade não há...

É só o vento lá fora?

Não!

Tags: Artigo|Opinião|Ensaio