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Será que 2021 será tão diferente assim?


12 de Janeiro de 2021 00:46

A publicidade, neste ano que finda, também caminha neste sentido. Afinal, houve sérios impactos: Planejamentos caíram por terra, o consumo teve seu período de entraves pela incerteza do que estava por vir, as experiências que estavam em crescente foram resumidas ao lar e o comportamento da população mudou as prioridades de uma hora para outra. 

Resilientes que somos, ao longo do ano nos reinventamos: No Dia das Mães celebramos a proximidade, mesmo que de forma on-line.

No Dia dos Namorados, comemoramos os casais de quarentena, e, para o Dia dos Pais, incentivamos o "Estar presente", que ganhou outro significado com o home office. 

Mas, assim como a população, estamos cansando de bater na mesma tecla. No final do ano, os discursos começaram a ter um tom mais neutro, sem ignorar o que passamos, mas olhando para um futuro de mais esperança. 

Um futuro de encontros mais frequentes e de uma vida de mais proximidade. 

Afinal, as pessoas estão extenuadas: Das máscaras, de se sentirem expostas ao risco, de uma vida digital que pouco aproxima, de entraves mesmo nas tarefas mais fáceis. 

Nosso papel, neste momento, é colocar a publicidade como uma ferramenta de esperança e de palavras de motivação. Pois, querendo ou não, as marcas têm papel fundamental em ser uma voz de otimismo, que incentiva o olhar para um mundo renovado. 

Torcemos para a concretização deste otimismo. Que, em 2021, tenhamos grandes avanços e, mais do que palavras, mudanças. 

Que nesse ano, nossas campanhas de otimismo futuro possam se tornar de realizações do presente, e, que, finalmente, um mundo sem pandemia seja possível.

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