Incentivo

O futuro é hoje

O futuro é agora, é hoje, e é esse princípio que deve nortear as nossas atividades e decisões.

Quando falamos em futuro imaginamos sempre o amanhã, porém, essa lógica perdeu o sentido diante das mudanças quase simultâneas que acontecem diariamente. 

Basta ver as mudanças tecnológicas, a informação, o conhecimento, a inteligência artificial.

Estamos falando de uma revolução global apoiada em mudanças estratégicas e conceituais, fundamentadas no princípio de “pensar fora da caixa”.

O futuro é agora, é hoje, e é esse princípio que deve nortear as nossas atividades e decisões.

Como se isso já não fosse o suficiente, ainda temos que pensar no meio ambiente, nas condições sociais e políticas.

A velha máxima de que time que está vencendo não se mexe hoje é uma falácia, diante de um mundo de mudanças aceleradas, um mundo que privilegia o capital intelectual, a inovação e a responsabilidade social.

Tão importante quanto mudar é conhecer, ou melhor, entender os caminhos do futuro. Um caminho que significa romper com os modelos de um passado recente, quebrar paradigmas, achar caminhos alternativos, desafiar e ser desafiado.

Ficou preocupado? Não desista e não esqueça que quem é otimista vive 19% mais que os pessimistas.

Está melhorando, para isso precisamos vencer esta corrida contra o tempo sem piloto automático, nos reinventando diariamente, fazendo a diferença diante de uma concorrência predatória, de um mercado mutável e agressivo, um mercado onde quem é líder faz as regras, um mercado incentivado por um time onde todos querem ser goleadores.

Não está fácil, mas você pode fazer a diferença, principalmente, seguindo o princípio entre a reatividade e a proatividade, sem esquecer que a segurança não existe mais e você tem que matar um leão por dia, é claro, no bom sentido.

Mas, como somos otimistas, temos que reconhecer que do outro lado também surgem oportunidades, como por exemplo: Grande parte das empresas dá espaço para as iniciativas pessoais, para a inovação, para quem gosta de pensar por si mesmo, para quem quer fazer a diferença num mundo robotizado.

Não é fácil, traz mais responsabilidades, mas é nestas situações que os líderes fazem a diferença. O conformismo é o nosso pior inimigo, inclusive nós mesmos, porque estamos mudando os nossos próprios valores, aqueles que estão arraigados aos nossos velhos princípios.

Também, não precisamos ser radicais, nem é preciso romper definitivamente com o passado, ele serve como referência para pautar as mudanças.

Para terminar, uma dica: Há sempre uma luz no final do túnel e essa luz é sua, pelo seu potencial, pela sua motivação, acreditando sempre que você é o autor da sua mudança, de ser diferente daquilo que você faz.

Mudanças não podem ser gratuitas, têm a ver com a nossa realização pessoal, com as necessidades do mercado e com a competência profissional.

Não é suficiente pensar no futuro sem saber como construí-lo, para isso você precisa conhecer as ferramentas que o mercado dispõe e que o sucesso é efêmero.