GERAL

Inovação


5 de Novembro de 2021

Mais uma vez volto ao tema inovação.

Não necessariamente pela força midiática que este item representa, apenas quero ressaltar neste artigo a importância da inovação nas mudanças pessoais e corporativas.

Inovar representa transformação, mudança, achar soluções inovadoras para produtos e comportamentos.

Não basta mudar processos, a inovação exige conhecimento, foco no resultado, pesquisa, sempre procurando alternativas e quebra de padrões estabelecidos.

Isso significa para as organizações formas de desenvolverem metas alternativas, capazes de enxergar diferentes cenários do presente ao futuro, por meio de uma cultura organizacional com foco em inovação. 

A mudança inovadora não representa um modismo, ela representa a procura pela excelência, por meio de um processo estratégico com foco em novos conceitos, novas práticas e soluções.

Neste sentido, é importante não confundir invenção com inovação estratégica, que é parte do processo criativo.

Objetivamente, a inovação representa uma mudança de paradigma que objetiva visibilidade, visão estratégica, com soluções alternativas.

Mudanças que venham a representar crescimento intelectual, vantagens competitivas, novos negócios, mudanças de processos e reconhecimento.

Aqui dou como exemplo uma inovação simples que representou um crescimento exponencial das vendas de um creme dental. Uma inovação simples, quase que óbvia, aumentar o bocal da saída do produto.

Uma solução aparentemente simples, só que ela surgiu de um operário comprometido com o resultado e com a mudança inovadora.

Mais que uma necessidade, a inovação é uma exigência processual, principalmente, pela evolução da tecnologia global.

“Criatividade versus inovação”. Ainda que aparentemente sejam correlatas, elas são diferentes. Criatividade nem sempre representa inovação, ainda que seja importante. Já a inovação precisa de um conhecimento específico estimulado pela criatividade, resultado, um clima organizacional que estimule a inovação.

Importante: A inovação não pode ser uma ação pontual para resolver um problema de concorrência, ou então pela velha máxima de “não mexer em time que está ganhando”. Na realidade, devemos mexer sim para que o time continue vencedor diante das mudanças cada vez mais presentes no mercado.

Resultados do passado não garantem sucessos no futuro, assim, parar ou não fazer representa estagnação e retrocesso.

Um ponto importante que extrapola e limita a mudança, a inovação, se deve à resistência de algumas empresas, aliás, um problema cultural muito comum em empresas familiares que acreditam que a estabilidade deve-se ao mito já citado no artigo, “Time que está vendendo não se mexe”.

A inovação tem que ser sistêmica, aliás, em algumas empresas, a inovação é a base de um programa motivacional, estimulado e reconhecido, garantindo, assim, a competitividade e o destaque no mercado.

A inovação tem que ser perene, constante e reciclada, evitando-se, assim, as estratégias da concorrência.

A evolução constante do mercado, a sobrevivência e a globalização exigem uma estratégia, uma cultura empresarial, que encoraje e fomente a criação de novas soluções.

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