Geral

Cada dia mais humana


17 de Abril de 2020

Estamos passando por um momento delicado, não é mesmo? “Nos tempos difíceis o que a gente menos precisa sentir é vergonha de ser humano”

Esta frase da pesquisadora e palestrante do TED, Brené Brown descreve muito bem esta fase, além disso, traz o que mais precisamos: agir com humanidade em relação ao outro.

Nós, brasileiros, sempre somos vistos como um povo acolhedor que adora beijo e abraço, mas contato físico é tudo o que não podemos ter neste tempo de isolamento. E quem diria que há pouco mais de um mês estaríamos, de fato, nesta situação?

Precisamos enxergar todo este turbilhão que vivemos como oportunidade para reinventar nossos negócios, e nos reinventarmos também enquanto pessoas, para buscar um mundo melhor e mais justo. 

O fato de realizarmos tarefas já convencionais em casa como uma simples refeição e até as atípicas, pelo menos para a maioria da população, como trabalhar nos trouxe mais tempo.

Não gastamos mais o tempo para nos deslocar até o escritório e no dia que estivermos mais produtivos acabamos até estendendo o horário de trabalho para ter aquela horinha a mais de pausa no almoço.

Devemos e precisamos aprender a aproveitar o tempo para ler aquele livro que está na prateleira há meses, quiçá anos, mergulhar em um canvas para inovar no negócio, conseguir falar com aquele diretor de marketing que nunca tinha um espaço na agenda. Senão para que serve o tempo?

De início apertamos o “botão de emergência” e adaptamos nossas operações, mas agora estamos saindo da inércia do período. Olhamos para o futuro, preocupados com o presente, mas sabemos que ele virá para ser diferente em todos os aspectos.

Os colaboradores do mercado de live marketing, essencialmente, vivem este momento! Muitos profissionais estão preocupados com o dia de amanhã e devemos olhar para eles. Entender o que eles sentem.

O mundo parece ter virado de ponta cabeça, como numa parada de mãos, mas agora, precisamos colocar os pés no chão e caminhar. Entender que precisamos nos separar para nos unir novamente. 

O desejo que fica, não só para mim, mas para todos humanos é que esta experiência que nos arde na carne faça com que tenhamos cada vez mais humanidade.

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