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A WMcCann apresenta seu segundo estudo sobre a Classe C, agora focado no uso que esse segmento socioeconômico faz da internet. O resultado provém de 3.050 entrevistas em profundidade, realizadas em 26 cidades de cinco países (Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica e México), entre janeiro e fevereiro de 2011. O público-alvo do estudo foram homens e mulheres de 17 a 45 anos de idade, usuários da internet. Desse universo, 70% eram Consumidores Emergentes (CME) e 30% pertenciam à Classe Média Típica (CMT).

Os consumidores emergentes que usam a internet formam uma nação com mais de 80 milhões de usuários na América Latina. A presença da banda larga em seu meio já é uma realidade, com uso médio semanal de internet bastante elevado. A pesquisa da WMcCann, de forma inédita, abordou os diferentes usos da internet para gerar renda, crescer profissionalmente, criar os filhos, cuidar da beleza e da aparência, construir uma boa reputação social, melhorar as finanças, incrementar a saúde e o bem-estar, melhorar a casa, mudar o status quo e o que está errado na vizinhança. "Hoje em dia, existem muitos dados sobre onde a Classe C está na internet, quantas horas ela navega, o que faz e que ferramentas usa. Mas, por outro lado, não há quase nada sobre o propósito de uso. Se não entendermos as grandes motivações por trás desses números, como conseguiremos desenvolver atividades digitais realmente eficiente para esse segmento? Foi para suprir a imensa carência de informação a respeito desses propósitos que realizamos esse estudo", explia Aloísio Pinto, vice presidente de Planejamento da WMcCann.

Da compilação do questionário que continha mais de duas centenas de questões, surgiram oito grandes verdades:

Verdade 1: A internet está tornando o sonho de Che Guevara real

O aumento do uso da internet promove igualdade social de forma mais rápida do que o aumento na renda e da qualidade da educação. Atualmente, o nível de maturidade no uso da internet pela classe média tradicional e pela classe média emergente é bastante parecido. Ambos os segmentos estão na adolescência do uso, sendo as atividades mais frequentes a comunicação, o lazer, a interação e o compartilhamento. Verdade 2: Ajuda oficial – nem sempre necessária na vida, tampouco na web

O consumidor emergente está desenvolvendo um alto nível de autonomia e independência no mundo digital. Isso mostra que há uma cultura do "faça você mesmo" em formação, pois ele tem a percepção de que diversas ferramentas estão disponíveis para tudo de que precisa. Com esses dados, percebe-se que as marcas ainda não encontraram um modo de se fazer indispensáveis na internet.

Verdade 3: Não espere o óbvio. Esta é a terra do “jogo bonito” O uso original para o qual as plataformas digitais foram construídas está sendo bastante modificado. Quando perguntados se as redes sociais são apenas sobre relacionamentos mesmo, os entrevistados informaram que também as utilizam para realizar negócios, para a carreira e a família, e que os blogs pessoais são também utilizados para construir uma boa imagem. E é assim também com várias outras plataformas digitais. Pelos dados obtidos, o estudo conclui que a Classe Média Tradicional e o Consumidor Emergente já não são tão diferentes na internet. O consumidor emergente já pensa no digital, e o seu propósito é que guia todo o uso. Não são as tecnologias, as redes sociais, o Twitter que determinam como se navega pela internet, mas as intenções e os objetivos que as pessoas têm. Para terminar, o recado para quem pretende ser relevante no mundo digital é buscar ser significativo, dominando um propósito pelo qual as pessoas batalham e se envolvem. Ignorar esses propósitos representa se tornar apenas mais um no caos digital.