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Publicado originalmente em 4 de novembro. A nuvem negra chegou e se colocou acima de nossas cabeças. Chegou sim e é fato. Mas também é fato que é nuvem. Nuvens se desfazem ou ficam sob nossas cabeças como aquelas dos desenhos animados que nos seguem em todo lugar, chovendo apenas sobre nós, quando não temos força para buscar um guarda-chuva. O céu está escuro. Não está bom. Não ficará bom tão cedo. Vem tempestade aí sim. Mas assim é a vida. Dias de tempestades, dias de bonança; dias de acertos, dias de erros; dias de amor, dias de ódio. Não permita que apenas as perspectivas ruins o assole. Procure ficar, o mais possível, com o lado de coisas boas com você.
Foto: Patrícia Almeida.
Verdade, a meu exclusivo ver, é que erramos na aposta da condução de nossos caminhos. Menos verdade é que a verdade está comigo. Não posso crer que a desonestidade, a corrupção, a incompetência sejam exclusividade de um partido ou outro. É mal da sociedade, essa sim desonesta, corrupta e incompetente. Daí, a busca pelo igual, pelo espelho, pelos 20 centavos e não pelos ganhos morais dessa economia. Nós que estacionamos na vaga do deficiente, que lavamos os carros na rua com a água comum sem escrúpulos em meio à seca, que subornamos o guarda da esquina para poder passar, estacionar ou não ser multado, nós que atendemos com desdém o cliente porque ele é chato e só perturba a gente (esquecemos que ele é quem nos paga). Nós somos os políticos em quem votamos. Nós que não nos unimos para gerar dias de Sol, que não nos associamos para gerar nós apertados que nos façam uma só fortaleza. Nós que nos escondemos atrás da individualidade quando estamos bem e apenas nos lembramos que somos um grupo quando vamos mal. Nós somos os únicos que podemos resolver essa questão e encontrar caminhos guarda-chuvas comuns. É hora de entendermos de vez que temos um mercado tão promissor, tão verdadeiro, tão financeiramente ativo que as Agências de Comunicação já absorvem o nome de nossa atividade para vender-se. Eles já perceberam, mais que nós, parece, a importância de nossas ferramentas, e, claro, as têm aprendido e contratado nossos profissionais para seus grupos. Pode parecer estranho, mas a maioria dos alunos do Curso de Formação e Qualificação em Live Marketing que temos e está na sua terceira edição tem mais gente de agências de publicidade do que de Live. Acho que estamos cometendo o mesmo erro que a Publicidade cometeu ao criar um linha burra e nos empurrar pra baixo dela. Feita a linha, nos ignoraram na certeza de que nada tinham a aprender conosco. Vejam o que deu. Nós, que aprendemos com a Publicidade, geramos o Live Marketing. Agora, na mesma presunção de que sabemos tudo de nós mesmos, estamos imaginando que existe uma linha que nos separa deles. Não existe não. Fazemos, todos, Comunicação e se não nos qualificamos e sabemos mais sobre nós mesmos, na Ampro, no GEA, no Congresso, nos cursos que avalizamos, alguém estará interessado em saber e se qualificar. E saberá. O Sol existe sempre. Está sobre as nuvens. Há os que têm cacife para pegar um avião e viajar por sobre elas. Os que sabem misticamente a dança do Sol e fazem as nuvens sumirem a bel grado. Há os que aprendem a fabricar guarda-chuvas grandes e os que criam toldos poderosos e impermeáveis. Há quem fique na chuva e pereça. Reparem que a solidão, a individualidade e a falta de visão no futuro é que podem nos afogar na tempestade. Reparem mais que os apólogos do fim são os mesmos que sempre falaram alto das espertezas e artimanhas para se conquistar o cliente. Em momentos de crise, eles se tornam mansos, só falam da chuva, no quanto o mercado é ruim, e vão ficando sozinhos, pois os fornecedores e os profissionais que sempre enganaram e ludibriaram para fazer dinheiro e levar vantagem dizem não para eles, porque sabem que se disserem sim decretam seu naufrágio também. Hora de procurar a luz, o Sol, o profissionalismo, os transparentes e os afins. Hora de nos entendermos profissionais de ponta, conhecedores sim de uma expertise especial, mas não donos dela. Hora de entender que nada está perdido, pois que o que fazemos é vivo, ao vivo, mutável e antenado e, nesse sentido, os reveses da mídia coloquial não nos pegam. Quando tudo parecer perdido, vá à rua, encontre o consumidor e o shopper e diga para ele: eu estou aqui. Ele vai responder, seguramente, para quem quiser entendê-lo, também, no momento da tempestade que o assola, assim como a nós. Somos um todo. Somos vivos. Somos Live Marketing. Um guarda-chuva enorme para quem nos entender bem.