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Uma proposta de flexibilização da Lei "Cidade Limpa" está em tramitação na Câmara. Na tentativa de favorecer as marcas e os clubes paulistanos durante a Copa do Mundo, o vereador Eduardo Tuma, do PSDB, elaborou um projeto que propõe mudanças no texto atual. O objetivo da iniciativa é permitir que estádios e ginásios poliesportivos possam vender naming rights ou expor anúncios de patrocinadores – a exemplo do que foi feito com o Allianz Parque, antigo Parque Antártica, e com a Arena Fonte Nova, em Salvador, batizada pela Itaipava – durante a competição mundial. De acordo com informações publicadas no Diário Oficial, o mercado brasileiro deve movimentar R$ 78 milhões por ano com a venda de naming rights apenas nas arenas construídas ou reformadas nas 12 cidades-sede, que irão receber os jogos. A estimativa é da BDO RCS.