Esta página pode utilizar cookies.
Warning (2): getimagesize(/wp-content/uploads/2011/08/criatividade1.jpg): failed to open stream: No such file or directory [ROOT/plugins/Amp/src/Template/Categoria/conteudo.ctp, line 44]
Notice (8): Trying to access array offset on value of type bool [ROOT/plugins/Amp/src/Template/Categoria/conteudo.ctp, line 46]
Warning (2): Division by zero [ROOT/plugins/Amp/src/Template/Categoria/conteudo.ctp, line 46]
Notice (8): Trying to access array offset on value of type bool [ROOT/plugins/Amp/src/Template/Categoria/conteudo.ctp, line 46]

Quem trabalha com promoção no Brasil conhece todos os limites e imposições que o governo apresenta - e que podam a criatividade das agências promo. Limite de valor em vale-brinde, necessidade de autorização de órgãos reguladores, proibições em propagandas, entre outros. Isso, como muitos podem pensar, deveria estimular ainda mais a criatividade dos profissionais criativos da área. Mas não bem assim. Concursos culturais se tornaram a modalidade preferida dos promocitários. Não precisam de autorização da Caixa (o que atrasa um lançamento de promo em no mínimo 30 dias), e é mais fácil e rápido de implementar, já que não tem uma estrutura de logística tão complexa para ser planejada, entre outras vantagens.

E assim como os concursos culturais, outra figurinha carimbada das ações promocionais de hoje são os produtos da Apple. Enumere rapidamente cinco promoções da atualidade, e você verá que no mínimo uma delas terá um prêmio da Apple (iPad, iPod, iPhone, MacBook). Infelizmente essa é a realidade. Ao mesmo tempo em que as restrições deveriam incentivar a criatividade (característica forte do brasileiro), muitas vezes elas restringem o pensamento do criativo e acabam gerando uma repetição no mercado. Claro que os produtos da Apple são objetos de desejo e todo mundo quer um, mas existem outras opções interessantes para se presentear. Está na hora do Brasil evoluir nessas restrições todas, e deixar o seu mercado promocional usar e abusar de sua criatividade para criar ações mais “diferenciadas” (no sentido real da palavra). Por Marcelo Morales Rouco.