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Uma nova fronteira está se abrindo para pensar nossa relação com as máquinas. Até hoje, o design de interfaces é pensado apenas para um aspecto da mente humana: nossa consciência "racional". A ideia é sempre tornar as interfaces mais eficientes, permitindo fazer mais trabalho em menos tempo. Um exemplo é o iOS 7, recém-lançado pela Apple, que recebeu elogios por ser mais "produtivo".

No entanto, começam a surgir discussões sobre se o design do futuro não deve levar em consideração também aspectos do "subconsciente". De nada adianta uma interface ser mais produtiva se ela sobrecarrega o usuário. Em outras palavras, um novo sistema operacional pode ser ótimo do ponto de vista racional, mas produzir efeitos negativos para a criatividade e mesmo para o bem-estar psíquico dos seus usuários. Um interessante texto sobre esse assunto pode ser lido aqui. Nele, Joi Ito, diretor do Media Lab do MIT, diz: "O bom design comunica-se com nosso sistema emocional, que é mais amplo e mais rápido. Você dirige um carro ou joga basquete melhor se a mente racional sair do caminho, nos deixando ser mais intuitivos." Essa é uma sensação que quem joga videogames conhece bem. Quem joga "Call of Duty" sabe que em algumas fases é fundamental mergulhar em um estado de fluidez, tomando decisões ao nível do inconsciente, muito mais rápidas, e que esse é o único jeito de vencer. O desafio é reproduzir esse estado de "fluidez" não só nos games, mas também em qualquer outra interface. Não vai ser surpresa quando as principais empresas da internet partirem para valer em busca da conquista do subconsciente. Por Ronaldo Lemos/Folha de São Paulo.