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Os supermercados de parte do Brasil estão vivendo um período de grande transformação. Em São Paulo (SP), este dia já está agendado: 01/01/12, data em que deverá ser proibida a distribuição e utilização de sacolinhas plásticas. Depois de mais de 50 anos de convivência com seus consumidores, elas deverão ser aposentadas à força. A medida busca um País mais sustentável, mas não uma solução para o transporte das compras que todos nós realizamos.

A verdade é que as sacolinhas plásticas são recicláveis, apesar de estarmos bastante atrasados neste quesito – aliás, todo o mundo. Enquanto a Europa realiza a reciclagem de aproximadamente 22% delas, o Brasil atinge pouco mais de 17%. O interessante é que na Europa a reciclagem é obrigatória, enquanto aqui é voluntária. Talvez este seja o caminho que o Brasil devesse seguir: optar pela reciclagem deste material e, ao mesmo tempo, pela sua resistência, de forma que a mesmo possa ser utilizada por mais de uma vez pelo mesmo consumidor. Algo difícil de ser realizado? Possivelmente sim, mas não impossível. O que me preocupa é a possibilidade de vivermos sem as sacolinhas plásticas e também sem opções que as substituam. Sacolas retornáveis e caixas de papelão oferecem riscos para o consumidor a partir do momento que este não conhece seu uso original. Será que transportou produtos de limpeza ou tóxico e agora carrega alimentos? Será que resistem a grandes distâncias e são de fácil transporte? O varejo e os governantes têm um grande desafio pela frente: encontrar alternativas inteligentes para as sacolinhas plásticas, e não somente discursos bonitos, mas muitas vezes inconsistentes. Na teoria, concordo 100% com esta aposentadoria mas, na prática, procuro algumas respostas que ainda não foram esclarecidas.