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Publicado originalmente em 28 de outubro de 2014. Hoje meu texto terá o tamanho do que imagino ser o nosso futuro. Um novo, velho quadro se delineia a partir da eleição. Não divulguei aqui em quem votaria e isso, definitivamente, não importa. O que importa é que as razões que me levaram a optar por um ou outro candidato tinham o fito de esperar que a eleição dele favorecesse o nosso mercado. Dependemos sim da economia global. Não adiantam ilações do tipo mais para esquerda ou para direita, liberal ou radical, isso ou aquilo. Nenhum mercado funciona com premissas ideológicas, pois se autorregula por uma lógica que até podemos julgar nociva, mas é a realidade. Agora, o que virá por aí pode determinar o nosso futuro. Não apenas das agências de live marketing, mas da comunicação como um todo. O que estava ruim pode ficar bem pior em alguns mercados. E não se assuste se o pior for ruim mesmo. Quando a economia vai mal, infelizmente, as empresas (leia-se o cliente) primeiro enxugam seu quadro, numa lógica perversa que responsabiliza e pune o trabalhador. Em seguida, diminui a verba de marketing e comunicação. Advém disso o fechamento de agências, o enxugamento delas, menos dinheiro no mercado e menos jobs a se fazer. Menos emprego para produtores, criativos, planers e atendimentos. Não é choro, nem vela, pois que se fosse eu mesmo faria uma campanha para um ou outro aqui. Quem me conhece sabe em quem votei e das minhas esperanças. Não foquei em nomes, mas sim no Brasil. Naquilo que julgava ser o melhor para o povo brasileiro, e, em especial, como disse, para o mercado Live. Não por egoísmo ou pensamento personalista, mas porque sei da importância dele para tanta gente especial e trabalhadora. Sei de seu valor para o desenvolvimento da Comunicação de marcas produtos e serviços. Nós demos valor tangível a eles e demos ao consumidor e ao shopper a condição de verificar a verdade do que diziam sobre seus atributos e valores, colocando, assim, gente como verdadeira determinadora de compra. Não estou aqui questionando resultado. Não me cabe, nem o Promocitários é o canal para isso. Estou aqui para alertar sobre tempos difíceis e, portanto, para a capacidade criativa de nossos principais players para transformar limão em limonada, vender lenço ou encontrar saídas. Elas virão, tenho certeza, pois não há nada ruim que perdure, nem problema sem solução. Temo pelos que já estavam no limite de suas forças, pelos mercados menos fortes, onde as oportunidades já eram difíceis por si só. Agora é hora de união e troca. De solidariedade e convicção. De tranquilidade e calma. Sinceramente, São Paulo mostrou maturidade de voto. O Nordeste grandeza de convicção. Ninguém está errado. Nosso problema só o tempo vai confirmar, ou não. Acredito no Brasil, mas não acredito em salvadores da pátria ou em donos da verdade. Meu texto hoje é curto, como minha esperança de que teremos um futuro melhor em curto tempo. Meu texto hoje é triste, como não quero que seja o amanhã. Meu texto de hoje é sincero, como não foram as palavras que garantiram a vitória. O que virá? Não sei. Mas na próxima semana, se Deus quiser, estarei aqui de volta com um novo texto, mesmo num velho País.