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Em Manaus, comunidades começam a se mobilizar para fazer com que as línguas indígenas sejam incluídas no currículo escolar dos municípios. O objetivo é valorizar o patrimônio cultural e fortalecer as próprias organizações e comunidades indígenas, em concordância com a legislação de educação em vigor. Nesse sentido, a Associação das Mulheres Indígenas Sateré-Mawé (Amism) levou à cidade o professor indígena multidisciplinar Mateus de Oliveira Moi, que leciona há 19 anos e atua, há nove anos, no movimento de revitalização da língua e práticas culturais do povo Sateré-Mawé na região do Rio Marau, em Maués (a 267 quilômetros da capital amazonense). Acompanhado da coordenadora da Amism, Sônia Vilacio Sateré, Mateus esteve, em 26/04, na Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) para reforçar o apoio à comunidade. A promoção e valorização da cultura, língua e dos conhecimentos tradicionais estão entre os objetivos da câmara técnica “Promoção dos Povos Indígenas do Amazonas”, do Comitê de Atuação Integrada entre o Governo do Amazonas e a Fundação Nacional do Índio (Funai). No Amazonas, a língua Sateré já é trabalhada em escolas de aldeias de Maués, Barreirinha e Parintins. Um dos frutos desse trabalho é o livro Gramática Sateré Mawé, que foi publicado em 2005 com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).