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Mais de mil pessoas com cartazes e faixas pediram, no dia 27/04, igualdade de gêneros e o fim da violência contra a mulher em Porto Alegre, durante a Marcha das Vadias. Muitos tiraram parte da roupa no Parque da Redenção e escreveram frases no corpo para sinalizar a liberdade de expressão. “Estupro não tem justificativa”, dizia uma das mensagens, uma resposta ao resultado da pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a qual constatou que 26% dos brasileiros consideram que mulheres que mostram o corpo merecem ser atacadas.

Foto: Fabiano do Amaral.
[caption id="attachment_393120" align="aligncenter" width="562"] Marcha das Vadias teve início no Parque da Redenção.[/caption] O dado inicialmente foi divulgado errado, como sendo 65% os que concordavam totalmente ou parcialmente com a afirmação. Apesar de ter sido revisado, o índice ainda é alto, conforme uma das coordenadoras do movimento, Fabiana Lontra. “Temos que defender assuntos que aparentemente são óbvios, como ter medo de sair na rua com a roupa que eu quero”, disse Fabiana. Na opinião dela, a Marcha dá visibilidade para a defesa do feminismo e a luta contra o machismo. O grupo chamou a atenção dos frequentadores do Parque, gritando palavras de ordem e músicas com letras contra o machismo. A manifestação começou no Monumento ao Expedicionário, na rua José Bonifácio, e contornou o espelho d’água, indo até a avenida João Pessoa, onde o trânsito foi trancado. As mulheres e homens ainda andaram até a Avenida Ipiranga, complicando o fluxo de carros. “Desculpe o transtorno. Estamos lutando pelos diretos das mulheres”, estava escrito em uma das faixas. Além de mulheres de todas as idades e de diferentes profissões, homens também se juntaram ao movimento para apoiar a causa. Alguns até tiraram a roupa e se vestiram com figurino feminino para protestar.