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Ao deixar o Japão de volta ao Brasil com a taça de campeão da Copa do Mundo de Clubes da Fifa na bagagem, em 2006, o Sport Club Internacional, de Porto Alegre, percebeu que havia espaço para lucrar com o crescente interesse dos asiáticos pelo futebol. Seus dirigentes, então, decidiram voltar ao Japão e prospectar oportunidades para abrir uma escolinha de futebol para crianças. Depois de convocar um profissional local para ajudar a estruturar o negócio, o time gaúcho abriu a primeira unidade de sua franquia de escolas de futebol no Exterior em abril, na cidade de Akashi. Seis meses depois, 300 alunos estão treinando sob o comando de um franqueado japonês. “Escolhemos uma cidade onde não havia esse tipo de iniciativa e que contava com apoio da prefeitura para desenvolver o esporte na região”, diz Adauri Silveira, vice-presidente de marketing do clube. Além de incentivar o gosto dos japoneses pelo esporte desde cedo, o Inter quer usar a franquia para divulgar sua marca no Exterior e aumentar as vendas dos produtos licenciados do time por lá. O sucesso motivou os dirigentes a abrir uma segunda unidade, dessa vez em solo americano, na Flórida. Eles também planejam investir em outro país asiático, a Tailândia – já houve interesse de chineses, mas a negociação não se concretizou. [caption id="attachment_330450" align="aligncenter" width="640"] Escola no Japão: Internacional projeta uma marca forte no Exterior (Foto: Divulgação).[/caption] “Queremos crescer aos poucos e ter seis escolinhas fora do Brasil”, afirma Silveira. “Em dois anos, nossa meta é faturar US$ 500 mil por ano com seis franquias no Exterior.” A experiência, segundo ele, servirá como um laboratório para desenvolver o modelo de franquia de escolas de futebol, e, enfim, abrir as primeiras unidades também no Brasil. O time já tem uma escolinha, a Genoma Colorado, mas ela não está disponível para franchising. Fonte: Revista Pegn.