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A Kirin, tradicional fabricante japonesa de cerveja e refrigerantes, comprou 50,45% da Schincariol, segunda maior cervejaria do Brasil, por R$ 3,95 bilhões. A operação foi fechada na última segunda-feira (1º/08). Os sócios Adriano Schincariol, presidente da companhia brasileira, e seu irmão Alexandre Schincariol são os vendedores e o restante do capital (49,5%) continua nas mãos dos primos Gilberto e José Augusto Schincariol. De acordo com a Kirin, o negócio deve ser consolidado no terceiro trimestre.

[caption id="attachment_133758" align="aligncenter" width="580" caption="Fábrica da Schincariol em Itú."][/caption] "Estou feliz com esta operação porque a Kirin tornará a Schincariol mais forte e será o sócio ideal para a família, que permanece na operação, garantindo valor ainda maior para as marcas do Grupo", afirmou, em comunicado, o presidente do grupo, Adriano Schincariol. Com sede em Itú (SP), a Schincariol tem cerca de dez mil funcionários e 13 unidades de produção distribuídas por 11 Estados. A capacidade instalada é de cinco bilhões de litros por ano. Mercado Pode Sofrer Mudanças "A entrada na empresa no Brasil deve mexer com todo o mercado de bebidas”, avalia o consultor Adalberto Viviani, da Concept Marketing e Comunicação, especializada no setor. No seu entendimento, a Kirin deve utilizar a Schincariol como uma plataforma para se expandir para outros segmentos no Brasil e também como uma base para se consolidar na América Latina. Com a venda da Schincariol, a Petrópolis, dona da marca Itaipava, transforma-se em uma sobrevivente, passando a competir agora com dois gigantes mundiais. A marca de cerveja detém cerca de 8% do mercado e está voltada para a Classe C.