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Não vi o Rock (mais ou menos. Tenho Rock n’ Roll nas veias). Juro. Até ouvi. Acho, definitivamente, que minha paixão pelo live está me fazendo esquisito (cadê o Led Zeppelin?).

Bem verdade que quando os fogos começaram, depois de um dia inteiro de visitas a espaços, sob um sol de 1.200, eu não sabia se era miragem o brilho dos céus e a música que me fez chorar.

O som eu reconheci. Era o Barão, hoje de Frejat, já foi de Cazuza, abrindo o Festival e as comemorações dos 30 anos do maior festival de música do mundo, o Rock in Rio.

Mas eu estava lá com uma missão: levar pra “galera do Promoview”, bordão cheio de intimidade que criei para falar com quem me lê e vê, o que o live tinha de melhor no evento.

E fizemos isso, eu, Bruna, Ronan e Netinho, nossa equipe.

Em duas visitas à Cidade do Rock, entramos em todos os espaços, em tudo que nos chamou a atenção. Fomos a cada canto, desde a área do Sunset até a Aranha Eletrônica.

Pelo lado da Aranha, a gente viu, como destaque, três ações interessantes. A da Pepsi, na sua latona, que, num estúdio aberto, permitia que qualquer um dos participantes pudesse gravar, com uma banda, um CD seu. Nem todo mundo merecia o CD, mas vamos combinar que o momento de fama é o máximo... e só podia ser Pepsi mesmo.

Outro espaço era a Capela montada pela Stam, que também tinha um espaço maneiro, na frente da área VIP (ambos construídos pela Checon), lugar onde o pessoal podia casar - e não é que casou mesmo - ao som do Rock, união feita com cadeado e tudo...

Outra ativação que bombou nessa área foi a da Paramount, em parceria com o Telecine, onde os visitantes, literalmente, viviam os terrores da protagonista do filme “Atividade Paranormal 5” entrando no “Portal do Inferno”. Fomos corajosos e conferimos... a Bruna foi.

O que tinha a ver como o Rock in Rio?... Não sei, mas tinha uma fila enorme o tempo todo para o pessoal ficar de cabelo em pé... Ah, talvez seja essa a conexão.

Ao redor do Palco Mundo, a SKY, com sua fábrica de guitarras, onde se podia testar as habilidades de instrumentista, tocando guitarras de verdade, e, quem sabe, sendo assinante da SKY, ganhar uma Guitarra Fender, feita por John Cruz no próprio estande, atraiu muita gente.

O Itaú, Estácio, Submarino tinham espaços bonitos, próximos ou à frente do Palco, interessantes, mas não tão diferentes. A Rádio Mix, a meu ver, ficou perdida dessa vez, onde ficou com o seu estúdio, e nada trouxe de novo, como fez em anos ateriores, ao estilo dela.

A Pepsi mandou ver no seu estande principal, com loucuras indescritíveis, que vocês vão ver, e eu não saberia mesmo como descrever, num dos filmes que o Promoview vai mostrar essa semana. Acho que foi um golaço do pessoal da Gael.

Mas, sem puxar brasa pra sardinha nenhuma, na qualidade dos espaços, grandeza do trabalho e nas ações o destaque foram os espaços construídos pela M.Checon, do Marcelo Checon, que entrevistamos lá para o Promoview.

Em parceria com agências como a Dream Factory, o pessoal da Checon, seguramente, entregou espaços que vão ficar na história de quem veio ao RIR e interagiu com eles.

Espaços criados pela empresa para Delta, Stam, Oi, Olla, Niely, Bob’s, Piraquê, Prefeitura do Rio de Janeiro, Volkswagen, Heineken, dentre outros, tomaram a Cidade do Rock de beleza e opções live e não tenho dúvidas em afirmar que foi uma aula de montagem.

Desde a entrada do pessoal na Cidade do Rock, lá estava a Checon, com o Palco da Wolks, que trouxe a galera para ele, pra cima dele, tanto nos jogos interativos de grupos, nas brincadeiras de palco, onde cada um virou artista, até um momento maravilhoso, destaque de emocionar, ao contar a história do RIR em 15 minutos, com a ajuda de ninguém menos que Roberto Medina, que, na tela, interagia e conversava com os apresentadores. Foi showzaço.

O espaço da Heineken e a chegada da tirolesa, eram outros espaços da Checon. Um deles, certamente, era um point afetivo que ninguém vai esquecer – imagina descer pendurado na frente do palco no meio de um dos shows e descer, suavemente, ali com um chopp da Heineken... um sonho.

O mesmo pode se dizer da fonte dos cadeados da Stam, dos espaços de beleza da Niely que transformaram as meninas em divas, afinal #fiquediva era aposta da marca, tanto para as meninas da área livre quanto para as da área VIP...

Enfim, eu podia ficar o dia todo aqui falando sobre o que vi, mas vai um resumo simples e direto.

O Rock in Rio 30 anos mostrou algumas coisas que eu quero destacar. Não vou falar dos shows, porque, diferente de todo mundo da imprensa que foi lá, eu foquei em outros sons que me seduzem.

Tocou para mim:

1 - O Rock in Rio é uma aula de live marketing. Quem quiser aprender o que é live tem que passar e trabalhar nele. Tudo ao vivo, em tempo real, interagindo marcas com gente. Não tem chance de erro e acertar mostra a capacidade live.

2 – Não é à toa que o live marketing é sinônimo de Entertainment Marketing. Gente é o nosso lance e gente vive pelas emoções e sentidos. Gente é o que lá estava disposta a sentir e viver marcas, estabelecendo com elas uma relação em suas vidas num momento especial para cada uma delas. Quem entendeu isso, fez o dever de casa. E, considerando a marca e seus objetivos estratégicos, diria que os melhores shows do RiR foram os da Pepsi, Heineken, Wolkswagen, Stam, SKY e Nielly. Pode perguntar a quem foi lá e conferir.

3 – Realmente, o único veículo de comunicação que lá estava e considerou o live marketing, nossas agências e nossos profissionais (buscando entender o que marcas estavam fazendo ali, mostrando o trabalho da nossa gente e o valorizando, ao invés de assistir o show o levar reportagens dos outros) foi o.... Vocês podem completar.

4 – O Queen é f... (escapou. Sou humano e tocou a canção) Com ou sem Freddie Mercury, we are the champions.

E tenho dito, bebê!