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Trabalhos que não se veem até que...


14 de Fevereiro de 2020

Existem Instituições que trabalham silenciosamente. 

Algumas até tentam mostrar seu trabalho, mas interesses outros, alguns justos outros não, só mostram seu lado de problemas.

Aliás, criticar sempre é mais fácil que valorizar e muitos o fazem porque não têm mais o que fazer, alguns porque não buscam informações diretamente com os criticados.

Poderia citar diversas Instituições sérias que conheço aqui e têm esse problema, mas me limitarei a três.

A primeira, a Riotur, no Rio de Janeiro.

A empresa, nos últimos 3 anos, mudou a maneira como o Turismo carioca é visto, trouxe de volta nossa vocação com muito trabalho, apesar de tudo contra.

Os Megaeventos como Réveillon, Carnaval, Velo-City Rio 2018, Encontro do Samba e ações com 50 dias de Carnaval, recepção aos Turistas em aeroportos e Pier... vêm recuperando nosso turismo e turistas, em curva sempre ascendente de crescimento, nos últimos três anos, já que trouxeram, encheram a Cidade, estigmatizada pela violência e descaso público, de turistas, internos e externos, apesar de tudo.

Isso traz mais arrecadação, empregos, movimento no comércio, lota hotéis e movimenta a Cidade.

Com uma gestão profissional, feita por gente que entende de evento, oriunda de Agências Live do mercado, como Formiga, Val e Maurício, sob o comando de Marcelo Alves, especialista em Eventos, ex-dono de Agência e um visionário o sucesso é consequência.

Mas só verão isso quando mudar a gestão. Hoje, porque a política embaça conquistas, não acontece. Pena!

A segunda, o Promoview.

Não é novidade para ninguém que o Promoview foi o primeiro veículo e, durante muito tempo, o único a defender e dar espaço para o nosso mercado, Ampro, profissionais e agências.

Júlio Feijó, às vezes sozinho, brigava por esse espaço contra muitos aproveitadores. Deu ao Promo o próprio nome e ao Live Marketing espaço, quando diziam que éramos nada, uma piada. Eu lembro!

O Produtores Promoview, o Anuário Brasileiro de Live Marketing e agora o Prêmio Live Marketing atestam o que falo.

Como falo da Instituição e, por certo, vão dizer que é por conta da amizade e do espaço que aqui tenho, informo:

“Não acho justo que o mercado, hoje, quando  conseguimos espaço e destaque merecido, em muito ajudado pelo Promoview, coloquemos nossas notícias e invistamos em mídia em outras que lutam para não perder seu espaço, hoje em queda, pois só tratavam de publicidade.”

Os veículos estão corretos, nós é que não.

A terceira é Ampro

Durante muito tempo, desde sua criação, e lá se vão mais de 25 anos, associar gente tem sido difícil.

Pior, o êxodo de agências e a inadimplência são uma dificuldade nos últimos tempos. Muito por conta de questões econômicas, mas acredito que muitos não nos deem a relevância e importância devidas.

Mas, ao longo dessa trajetória, desde João de Simone, passando por gente como Elza Tsumori, José Gaspar Brandão, Kito Mansano e muitos outros, como coloco no meu livro, chegando hoje a Bazinho Ferraz, Wilson Ferreira Junior, Celio Ashcar Junior e muita gente boa nas Regionais e Capítulos, muitas conquistas aconteceram.

Mas, quem se interessou em saber?

Frases como: Não fazem nada por nós... Só pensam neles...Cadê resultados? Eram usadas para justificar ausência do grupo que trabalhava.

Em resposta, poderia citar várias coisas e Comitês como o de Relações Sustentáveis, dos Princípios de Valor, o de Relações Humanas sobre empoderamento feminino, contra o assédio, o do Conhecimento e Academia, da Ampro nas Universidades e Pesquisas de Mercado,  o de Trade Marketing, dos Guias de Conduta e Melhores Práticas do Trade Marketing, o de Marketing Incentivo, da Análise dos Impactos Socioeconômicos da Indústria do Incentivo e o de Relações Institucionais, que nos deu cadeira no Cetur e visibilidade e reconhecimento no Secom do Governo Federal.

Todos repletos de gente competente e engajada, trabalhando PELO MERCADO.

Portanto, além dos Comitês, muito mais gente trabalhou muito.

Como o Dr. Paulo Focaccia que, desde 2003, luta sem parar num mercado árido, sob o ponto de vista jurídico, quando se fala de marketing promocional e live marketing para que tenhamos conquistas.

Na verdade, a história jurídica do nosso mercado é da FAS, gestada pelo trabalho do nosso amigo e conselheiro, Paulo Focaccia e seus pares.

Quantos não reclamaram daquela verba extra da mensalidade que pagava as custas do processo e pareceres que, na última semana nos deram a maior conquista ao longo do tempo, fruto de trabalho e denodo?

Pois bem, em resposta à Consulta Pública apresentada pela Ampro, estratégia da FAS Advogados, reconheceu a atividade híbrida desenvolvida por nossas agências – marketing e agenciamento – e também reconheceu que o preço de seus serviços, especialmente o de agenciamento, corresponde apenas aos honorários, à comissão recebida pelas agências pela intermediação e contratação de terceiros do que realizam em nome de seus clientes.

Há mais de 10 anos a Ampro vem lutando pela regulamentação e contra a bitributação no mercado de live marketing. E isso é trabalho.

Em 2019, um parecer favorável do jurista Ives Gandra Martins serviu como base para o pleito da Consulta Pública, que teve como objetivo validar a natureza dos serviços prestados pelas agências, além de validar a base de cálculo dos serviços prestados como taxa de intermediação e definir obrigação acessória que venha a suportar o repasse destinado aos terceiros.

No final de 2019, também, outra decisão envolvendo a cobrança do ISS já havia beneficiado as agências paulistas associadas à Ampro, que ganharam, por decisão liminar, o direito de excluir imposto da base de cálculo do PIS – Programa de Integração Social e da Cofins – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.

Essas mais recentes conquistas servirão de base jurídica para várias outras cidades, onde a Ampro, por intermédio de seu Jurídico, agirá de forma que, em breve, todas as agências, de vários Estados brasileiros, também sejam beneficiadas.

Agora vão ver?

Ah, vejam também a chegada de Alexis Pagliarini, nosso novo presidente-executivo.

Creiam, os tempos mudaram de vez.

E quem viver, verá!

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